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Archive for junho \22\UTC 2011

O Consumidor Seguro continua atento às informações que podem ajudar as pessoas a melhorar a saúde e qualidade de vida, principalmente quando as novidades se relacionam, de alguma forma, com o consumo – ainda mais que não precisamos de muita pesquisa para intuir que não é nada seguro dormir pouco e comer muito, atitudes que acionam verdadeira bomba-relógio no nosso organismo.
Pois então, vale a leitura abaixo, mais uma que deu no New York Times, com autoria de Denise Mann:

Pessoas que se sentem sonolentas durante o dia podem ter mais dificuldades para resistir a alimentos com alto teor calórico”, é o que mostra uma nova pesquisa americana.

A descoberta, apresentada durante o encontro da Associação das Sociedades Profissionais Relacionadas ao Sono, que ocorre em Minneapolis, complementa pesquisas que relacionam a privação do sono à obesidade.

Participaram do novo estudo 12 adultos entre os 19 e os 45 anos de idade. Aqueles que sentiam sonolência diurna apresentaram uma queda na ativação da região cerebral que inibe o comportamento (o córtex pré-frontal) ao observarem fotos de alimentos de alto teor calórico – como hambúrgueres, batatas fritas, pizzas, bolos e sorvetes – em comparação a imagens de alimentos mais saudáveis e menos calóricos.

“Quando estamos sonolentos, são poucas as chances de conseguirmos controlar o quanto comemos. Possivelmente somos atraídos por alimentos menos saudáveis por não conseguirmos nos controlar tão bem quanto quando estamos bem descansados”, disse William Killgore, professor de psicologia na Escola de Medicina da Harvard e do McLean Hospital, de Belmont, e autor do estudo.

A equipe de pesquisa observou a atividade no córtex pré-frontal através de exames de ressonância magnética funcional. A sonolência diurna foi medida por uma escala padrão que marca a frequência com que o indivíduo cochila em determinadas situações, como ao ler ou assistir TV.

Nenhum dos participantes do estudo sofria de transtornos de sono e todos eles se encaixavam em um padrão normal de sono. Entretanto, quanto mais sonolento o participante, menor a resposta cerebral às imagens de alimentos altamente calóricos. Os participantes mais sonolentos também se mostraram mais propensos a manifestarem fome.

“A privação do sono tem consequências negativas em nosso organismo”, disse Killgore.

A equipe liderada por Killgore pretende expandir o estudo para verificar se os resultados se mantêm em um grupo maior de participantes e como a privação de sono afeta a prática regular de atividades físicas.

O estudo também representa mais uma peça no quebra-cabeça da relação entre sono e peso corporal. Essa é a opinião de Shelby Freeman Harris, diretora do Programa de Medicina Comportamental do Sono do Centro de Transtornos do Sono do Centro Médico Montefiore, de Nova York (EUA).

“Já sabemos que quando não dormimos o suficiente, nossas taxas hormonais são afetadas. Agora vemos que a privação de sono pode também afetar a habilidade de resistir a alimentos calóricos”, disse ela.

Segundo Harris, estudos já haviam mostrado que o sono inadequado leva a um aumento da grelina, hormônio que sinaliza quando devemos comer, e a uma queda da leptina, hormônio que informa nosso organismo quando devemos parar de comer. Ela explica que, com a insuficiência de sono, “temos menos leptina e mais grelina, nos dizendo para continuar a comer. Além disso, o córtex pré-frontal não se encontra em perfeito funcionamento e por isso não pode nos impedir de comer em excesso”.

O conselho da especialista é dormir mais: “Tente ir para cama uma hora mais cedo, limite o consumo de cafeína e álcool e tente se exercitar de cinco a seis horas antes de ir dormir. Precisamos ir desacelerando aos poucos para dormir melhor”.

Para Louis Aronne, diretor do Programa de Controle de Peso do Centro Médico Weill Cornell, de Nova York, as descobertas fazem todo sentido:

“Quando não dormimos o suficiente, hormônios importantes tomam uma direção que levam ao ganho de peso e esta descoberta mostra como este processo ocorre de forma comportamental”, disse ele.

O especialista explica que alimentos ricos em gordura, com alto teor calórico, oferecem uma injeção de energia imediata, mas que não se mantém, fazendo com que as pessoas sonolentas se sintam atraídas por este tipo de alimentos.

“É muito mais difícil seguir um programa alimentar quando não dormimos bem”, disse ele, complementando que alguns pacientes que não conseguem seguir uma dieta em virtude da privação de sono logo conseguem fazê-lo ao terem o sono estabilizado”

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Temos até um filme para indicar – “Corpo Fechado”, com Bruce Willis – mas ficamos apenas no texto desta vez, que é sobre a inquietante “síndrome dos ossos de cristal”, ou mais precisamente, a osteogênese imperfeita (OI).
A matéria reproduzida do IG é um alerta para pais e médicos, considerando que há relatos de erros grosseiros no diagnóstico da doença:

“Em julho de 1997 a comerciante F. e seu marido J. levaram o filho B., então com cinco anos, ao pronto socorro de um hospital em Curitiba para tratar de uma fratura no braço.

Duas horas depois o casal estava no plantão de uma delegacia de polícia, sob acusação de maus tratos, tentando explicar para a delegada que a fratura da criança não foi provocada por espancamento.
B. sofre de uma doença rara, a osteogênese imperfeita, também conhecida como síndrome dos ossos de cristal, cuja principal característica é tornar os ossos frágeis a ponto de quebrá-los com um simples aperto de mão.

“Como se não bastasse toda a preocupação com meu filho, que àquela altura da vida já tinha sofrido umas 30 fraturas, tive que passar pela humilhação de ser levada a uma delegacia, ameaçada de prisão e de perder a posse de B. Tudo porque ninguém naquele hospital sequer tinha ouvido falar na doença dele”, disse F., que concordou em contar sua história sob a condição de que os nomes da família fossem mantidos em sigilo.

A ignorância e falta de conhecimento estão entre as maiores dificuldades enfrentadas no Brasil pelos portadores da osteogênese imperfeita (OI), doença hereditária provocada pela falta ou má qualidade de colágeno no organismo e que atinge uma em cada 21 mil pessoas em todo o mundo.

Nos casos mais leves, a falta do colágeno provoca uma deficiência na estrutura óssea que torna o esqueleto frágil e quebradiço, causando dificuldades de locomoção, insuficiência pulmonar e perda de audição. Nos mais graves os ossos ficam tão frágeis que as crianças não resistem às contrações uterinas da mãe e morrem no parto.

Casos como o de F. estão longe de ser uma exceção. “É muito comum acontecer de pais de crianças com OI serem confundidos com agressores, pois a forma e a sequência das fraturas são muito parecidas com as provocadas por agressões”, explicou o orotpedista Cláudio Santili, coordenador do centro de referência em OI da Santa Casa de São Paulo, considerado o maior especialista na doença do Brasil.”

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Muita gente pergunta: Porquê o Consumidor Seguro costuma dar espaço para assuntos como empreendedorismo e PMEs – Pequenas e Médias Empresas?

R: Bom, acreditamos que nossa posição em favor das mídias digitais está bem delimitada. Daí a importância da seção “Empreendedorismo”, que a gente mantém mais com foco no segmento digital, através de alguns posts e muitas RTs no Twitter – que já vão, automaticamente, para a nossa página no Facebook.

Com as PMEs, a premissa básica é que parte considerável de nosso público é formado por corretores de seguros. Com posts e também muitas RTS a gente quer contribuir para a atualização do corretor, pois é ele que está na interface com o consumidor.

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A notícia é do Correio Brazilienze e o Consumidor Seguro reproduz todo o conteúdo sem cortes, nem anestesia:

“Queixas contra planos de saúde duplicam

A insatisfação dos consumidores com o mau atendimento dos planos de Saúde não para de crescer. De janeiro e abril, o índice de reclamações medido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mais que dobrou. Entre as empresas com mais de 100 mil clientes, ele passou de 0,29 ponto em dezembro de 2010 para 0,62 em abril deste ano. Só no primeiro bimestre, o número de queixas e de pedidos de orientação saltou de 14.372 em 2009 para 24.166 um ano depois, chegando a 28.318 em 2011.

O problema mais comum é a negativa de cobertura, seguido de cláusulas contratuais abusivas e aumento injustificado da mensalidade. Diante do persistente desrespeito aos usuários, entidades médicas e de defesa do consumidor cobram uma ação mais rigorosa do órgão regulador para inibir as práticas irregulares.

O presidente do Procon do Distrito Federal, Oswaldo Morais, demonstrou surpresa com o aumento das reclamações na ANS. Ele orienta quem se sentir prejudicado a procurar o auxílio da instituição — os dados serão usados no mapeamento dos problemas e repassados ao Ministério da Justiça para eventuais providências.

“A depender da gravidade, o Procon pode aplicar multas que variam de R$ 212 a R$ 3 milhões à prestadora que desobedecer o Código de Defesa do Consumidor”, explicou. Na visão do advogado João Tancredo, o baixo valor das indenizações aplicadas pelo Judiciário estimula as operadoras a continuar atendendo mal. Elas preferem pagar as multas a investir na melhora da qualidade dos serviços.

A advogada Patrícia Caldeira considera que a recusa dos planos em atender consultas e procedimentos previstos em contrato é abusiva. “Em casos assim, o beneficiário pode procurar a Justiça para fazer valer os seus direitos”, recomendou. Segundo Patrícia, os usuários devem prestar atenção ao contrato, que, em muitos casos, esconde armadilhas. “É preciso comparar a cobertura oferecida com o rol de procedimentos obrigatórios determinados pela ANS. Se a empresa se recusar a oferecer o mínimo estipulado pela agência, o contrato também pode ser questionado judicialmente.”

A recusa em prestar o atendimento ocorre exatamente nos procedimentos com maior custo para a operadora, como os de implantação de prótese, apontam dados do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). As queixas contra planos de Saúde lideram o ranking do Idec há nada menos que 10 anos consecutivos. A entidade já chegou a mover uma ação civil contra a ANS, questionando a agência em relação à falta de transparência para definir os reajustes anuais que, invariavelmente, ficam acima da inflação oficial.

Cálculos feitos em uma parceria entre o Idec e o Procon de São Paulo demonstram que, caso a ANS continue a adotar a metodologia de reajuste atual de planos de Saúde, que resulta sempre em índices acima da inflação, os clientes não conseguirão pagar a mensalidade no futuro. Daqui a 30 anos, os preços dos convênios terão subido 126,67% acima do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medida oficial do custo de vida no Brasil.

Para chegar a essa conclusão, consideraram-se os reajustes autorizados pela ANS para planos de Saúde individuais de 2000 a 2010, período em que eles subiram 31,36% além do IPCA, e a estimativa da taxa de inflação no patamar estabelecido pelo sistema de metas do governo (4,5% anuais). Um consumidor de 30 anos, de classe média, com salário mensal de R$ 3 mil, que contrata o plano de Saúde e paga mensalidade hoje de R$ 180,74, em 2040 será um idoso de 60 anos. Seu plano custará R$ 6.088,44, mais da metade da renda corrigida pela inflação.

A insatisfação com os planos não é exclusividade dos conveniados. Em um movimento espontâneo na rede social Facebook, mais de 1,5 mil médicos de todo o país já confirmaram presença em manifestações em todas as capitais contra os baixos valores que as operadoras repassam aos profissionais — eles recebem cerca de R$ 35 por consulta. Em Brasília, a categoria promete fazer um ato público, com passeata na Esplanada dos Ministérios e apoio de universitários. A concentração será em frente ao Memorial JK.

O protesto ocorrerá de forma paralela à pauta de reivindicações das entidades que representam a classe. Oficialmente, a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) ainda fará uma assembleia, no dia 30, para definir os rumos da categoria após a paralisação nacional de 7 de abril.”

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A notícia entusiasma. Só esperamos que não exista algum exagero, mas quem diria que a implantação de um estimulador elétrico pode ajudar pacientes paraplégicos?

O Consumidor Seguro reproduz portanto a matéria que saiu no Portal IG:

Paraplégico anda após receber implante

Foto: AP Ampliar

Foto: AP Ampliar

‘Rob Summers durante sessão de fisioterapia com o estimulador elétrico: passos na esteira!

Após Rob Summers ficar paraplégico por conta de uma acidente de carro em 2006, seus médicos lhe disseram que jamais andariam de novo. Eles estavam errados.

Em 2009, o americano de 25 anos se submeteu à implantação de um estimulador elétrico em sua medula espinhal para tentar “acordar” seu sistema nervoso danificado. Depois de alguns dias, Summers conseguia se manter em pé sem precisar de ajuda. Meses depois, mexia os dedos do pé, os joelhos, tornozelo e quadris, e conseguia dar alguns passos em uma esteira.

“Foi a sensação mais inacreditável,” afirmou. “Depois de não poder se mexer por quatro anos, eu pensei que as coisas finalmente iam mudar”.

Apesar desse otimismo, Summers só fica em pé durantes suas sessões de duas horas diárias de fisioterapia, quando o estimulador é ligado, e para o dia-a-dia, continua em uma cadeira de rodas. Os médicos estão limitando o uso do dispositivo a algumas horas por dia.
Seu caso está descrito em um estudo publicado esta semana pelo periódico médico The Lancet. A pesquisa foi financiada pelo Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e pela Fundação Christopher e Dana Reeves.

Por anos, algumas pessoas com lesões na medula espinhal, que ainda retêm algum controle sobre seus membros, têm sentido melhoras após experimentos para estimular eletricamente seus músculos. Mas um progresso como o de Summers, após um dano tão grande à medula, era inédito até então.

“Não é um cura completa, mas pode ajudar alguns pacientes”, afirmou Gregoire Courtine, chefe do departamente de neuroreabilitação experimental da Universidade de Zurique, que não esteve associado ao estudo. Courtine ressaltou que a recuperação de Summers não implicou em mudanças em sua rotina, e que mais pesquisas seriam necessárias para chegar a uma mudança real na vida de paraplégicos e tetraplégicos.

O estimulador elétrico usado em Summers é normalmente usado para alívio de dores, e pode custar até 20 mil dólares. Ele foi implantado em uma região mais baixa que o de costume, na parte inferior de suas vértebras. “Ele manda um sinal elétrico genérico para a medula, para levantar ou andar”, afirmou Susan Harkena, principal autora do estudo.

Kakema e sua equipe ficaram surpresos em ver que o paciente conseguia voluntariamente mexer as pernas. “Isso mostra que conseguimos alcançar os circuitos do sistema nervoso, o que abre um novo caminho para tratar paralisia”, disse. Ela acrescentou que alguns remédios também ajudaram o processo de recuperação.

Para John McDonald, diretor do Centro Internacional de Ferimentos na Medula Espinhal, no Instituto Kennedy Krieger, em Baltimore, a estratégia pode ser adotada em 10 a 15% de seus pacientes paraplégicos que podem ser beneficiados. “Vamos fazer isso em nossos pacientes, sem dúvida”.

Para Summers, suas duas horas andando são apenas o começo: “Meu objetivo é andar e correr novamente. Acredito que tudo é possível e que eu vou sair da minha cadeira de rodas algum dia”.

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Ela está com câncer terminal, tem apenas 15 anos e criou um blog que atraiu mais de 250 mil visitantes, em menos de uma semana. Desenganada pelos médicos, depois de sucessivas terapias fracassadas, a britânica Alice Pyne sabe, no entanto, que já conseguiu arrecadar mais de 10 mil libras (cerca de R$ 26 mil) em doações para uma organização beneficente de pesquisas sobre o câncer.

 A repercussão de sua história também fez o primeiro-ministro David Cameron prometer que se tornará doador de medula. A decisão atende justamente a um dos desejos da “Lista de Alice”: que todo mundo se inscreva para o mesmo propósito.

E quais são os outros sonhos da adolescente, durante o tempo de vida que lhe resta?

Entre o trivial e o (aparentemente) impossível, Alice tem vontade de ver baleias e nadar com tubarões, conhecer o Quênia, ganhar uma massagem nas costas, fotografar e inscrever sua cadela Mabel para cães labradores, realizar uma sessão de fotos com amigas e com elas assistir uma sessão privada de cinema.

Não achou curioso? Que tal desenhar uma caneca com vendas para caridade, ter um iPad roxo, viajar num trailer e ficar em um quarto de chocolate no parque de diversões Alton Towers?

O mais formidável é que o poder da internet e das mídias sociais já estão transformando fábula em realidade.  Embora saiba que não tem condições de viajar ao Quênia, devido à sua saúde debilitada, a garota já conquistou a alegria de conhecer a banda Take That, como consta de sua já famosa lista.

O sucesso do blog transformou o drama de Alice em uma jornada de compaixão e solidariedade. A missão dela será, daqui em diante, realizar seus sonhos – com o apoio de milhares de incentivadores e colaboradores dispostos a ajudá-la – e mostrar para todo o mundo que o importante é acreditar na vida, sempre!

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“O Japão e outros vários países ricos reiteraram as promessas de doar 30 bilhões de dólares entre 2010 e 2012 para ajudar as nações pobres a combater as mudanças climáticas, apesar dos cortes de orçamento, indicou uma pesquisa da Reuters.

A assistência climática totalizou 16,2 bilhões de dólares desde janeiro de 2010, de acordo com as declarações apresentadas à Organização das Nações Unidas (ONU) até maio.
Os países pobres afirmaram que boa parte do dinheiro vem de programas já existentes e não são verbas novas, como prometido.
Japão, União Europeia e Estados Unidos estiveram à frente dos doadores. Os gastos incluem projetos como um plano australiano para ajudar as Ilhas Salomão a desacelerar a erosão costeira e os investimentos feitos por Tóquio para promover a energia solar na África.

“A assistência definitivamente está sendo canalizada”, disse Liz Gallagher, especialista do instituto de estudos ambientais E3G, de Londres. Ela afirmou, porém, que muitos projetos não têm a ambição de ajudar os países a executarem uma virada radical rumo a uma economia mais verde.

Em uma cúpula da ONU em Copenhague em 2009, o presidente dos EUA, Barack Obama, e outros líderes mundiais prometeram “nova e adicional” ajuda climática em torno de 30 bilhões de dólares entre 2010 e 2012, elevando para 100 bilhões de dólares anuais até 2020 a ajuda aos países pobres para combater o aquecimento global.

De longe o principal doador do projeto com a promessa de 15 bilhões de dólares em três anos, o Japão disse que manteria os planos, apesar dos custos da recuperação do país, abalado pelo terremoto devastador seguido de tsunami em março.

“Diante de um desastre sem precedentes, o Grande Terremoto do Leste do Japão, o Japão está determinado a superar a catástrofe e a continuar a implementar os compromissos de financiamento”, diz o relatório japonês. “Estamos certos que poderemos cumprir nossa promessa (dos 15 bilhões de dólares)”, disse à Reuters Akira Yamada, que liderará a delegação do Japão na próxima rodada de conversações climáticas da ONU na Alemanha, entre 6 e 17 de junho”.
Fonte: Reuters

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