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Archive for outubro \31\UTC 2011

Você faria um seguro de vida se tivesse a intenção de se matar e deixar uma indenização como “herança”? Pois sabia que, de acordo com a interpretação das disposições dos contratos de seguros, se o suicida aniquilar a própria vida no prazo de dois anos, há indícios de premeditação e golpe.

Nesses casos, a indenização do beneficiário só pode ser obtida na Justiça – e ainda assim depois de uma via crúcis de recursos e teses jurídicas. O assunto é mesmo bem polêmico, tanto quanto a trajetória breve e trágica do Nirvana, cujo líder Kurt Cobain, que se suicidou em 1994.

Mas não estamos aqui para celebrar a morte, muito pelo contrário. Queremos prestar homenagem ao visceral álbum Nervermind, de 1991. E por que? Pelo mesmo motivo já  relatado no post “Saudades de Lily”, por exemplo.

Pois então. Nevermind, tão atual ainda, completa 20 anos hoje, 31 de outubro de 2011, como relata o texto de Carlos Freitas, da Revista Piauí:

“Nevermind: o veneno na máquina

Tenho minhas dúvidas se a música contemporânea foi dividida em dois momentos: antes e depois de Nevermind, do Nirvana. A meu ver, a afirmação que pautou a celebração dos 20 anos do álbum embute nas suas entrelinhas a verdade de que o disco marcou o início do fim de uma era do rock e da indústria fonográfica.

Não consigo lembrar um disco de rock depois do Nevermind que portasse a chama da revolução. Até porque, há muito, os discos já não importam tanto, eles se tornaram uma ponta do rolo de expressões da cultura pop que se recria a cada dia no meio da internet.

À época do lançamento de Nevermind, quase que paralelamente, às margens da indústria fonográfica, outras linguagens musicais ganhavam corpo. A música eletrônica já interferia na forma de se produzir música e os clubes, as raves, mudavam a dinâmica com que as pessoas se relacionavam com a música. Nesse aspecto, o Screamadelica, do Primal Scream, também lançado em 1991, um mês após o Nevermind, foi até mais representativo.

Mesmo assim, foi com Nevermind que o cenário musical independente se afirmou, dado ao seu alcance. Foi a faísca definitiva da guerrilha cultural implantada pelo punk nos anos setenta.

O grito angustiado de Kurt Cobain embalado na capa do bebê sendo fisgado como peixe por uma nota de dólar fez com que a rebeldia punk rock alcançasse escala industrial de difusão. Tomou a mídia de assalto. Nevermind resgatou a filosofia do “faça você mesmo” e a disseminou nas mentes de um mundo massacrado pelo pensamento único neoliberal.

Cada cópia das milhões vendidas do disco disseminou a crença em si mesmo, o desprezo ao padrão, o desleixo para com as convenções.

Nevermind foi o veneno na máquina que o punk sempre quis ser. Encerrou um ciclo iniciado pelo Never Mind The Bollocks, dos Sex Pistols, reduzindo ao grito primal a ação estética e situacionista criada por Malcom Mclaren para distinguir o punk como um fenômeno social que emergiu das ruas. Só com cabelos desgrenhados, barba por fazer, camisas de flanela e a expressão aguda do vazio que o rodeava, Kurt Cobain recriou o punk à sua moda.

Mas a glória comercial do Nirvana significou a tragédia pessoal de Kurt Cobain. E querem saber, não tinha como ser de outro jeito. Seria impossível imaginar Kurt Cobain hoje como uma relíquia viva de uma época. Para isso servem lançamentos como o do Box-set comemorativo do Nevermind, lançado essa semana, com versões remasterizadas das músicas originais do disco, demos tapes raras e um DVD do show no Paramount Theatre, em Seattle, no dia 31 de outubro de 1991, que retrata o momento em que banda começava a decolar rumo ao olimpo da eternidade.

Com vocês, a atitude revolucionária do Nirvana, em apresentação durante o MTV Music Awards de 1992:

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Cada vez  mais, as pessoas se preocupam com a segurança e proteção de casas e apartamentos. A missão do seguro residencial é cobrir danos causados a imóveis incêndio, explosão, raios e até roubos, furtos e pagamento de aluguel.

Diante da alta de 13,48%, segundo dados estatísticos do governo, o Consumidor Seguro reproduz matéria da seção Seu Bolso, do Jornal da Tarde. O texto é Gisele Tamanar, como segue:

“Aumenta a procura por seguros residenciais em SP

Cada vez mais paulistas contratam um seguro para suas residências. Entre janeiro e julho, os clientes no Estado de São Paulo pagaram R$ 407 milhões para as seguradoras, um valor 13,48% maior que os R$ 358,7 milhões registrados no mesmo período do ano passado, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Com o aumento do poder aquisitivo, aquecimento do mercado imobiliário e amadurecimento do mercado de seguros, o setor deve continuar em trajetória de alta pelo menos nos próximos cinco anos. E para quem pretende fazer o seguro da casa, o alerta fica por conta das coberturas previstas no contrato. O consumidor precisa ler o documento com atenção para não se decepcionar quando precisar recorrer ao seguro.

Para ficar um pouco mais tranquila em relação aos roubos, a advogada Lucilene Alves Rocha, de 38 anos, moradora do Jardim São Nicolau, na zona leste, resolveu contratar um seguro. Ela paga entre R$ 300 e R$ 350 por ano. “É um valor razoável, mas vale a pena”, conta a advogada que já recebeu indenização após um vendaval destelhar um cômodo. Ela também utiliza os serviços incluídos na contratação do seguro, como chaveiro e conserto de cano entupido.

E cada vez mais serviços são incluídos pelas seguradoras para atrair clientes. Os atrativos vão desde a mão de obra elétrica e chaveiro até troca de lâmpadas, limpeza de caixa d’água e instalação de olho mágico.

Em relação ao preço, o seguro residencial está entre os mais baratos do mercado. De acordo com o advogado e professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), Antonio Penteado Mendonça, a taxa média do seguro básico é de 0,05%. “Mesmo se fosse 0,1% continuaria barato. Um imóvel de R$ 100 mil, pagaria um seguro de R$ 100”, exemplifica. Já se o consumidor optar pelas coberturas adicionais, o valor será maior.

A taxa da cobertura contra roubo, por exemplo, varia entre 1,5% a 3% do valor segurado. Além do roubo, também podem ser cobertos pelo seguro: vendaval, queda de granizo, impacto de veículos e até pagamento de aluguel, que garante o valor do aluguel e despesas prediais, caso o imóvel não possa permanecer ocupado em decorrência de sinistro coberto por incêndio ou explosão.

“A seguradora avalia vários fatores de risco e, a partir deles, calcula qual a probabilidade do imóvel sofrer um sinistro. Em muitos casos, dependendo evidentemente das coberturas contratadas, o prêmio devido é inferior a 0,1% do valor do imóvel”, explica Gustavo Albuquerque, especialista em direito securitário do escritório Chalfin, Goldberg & Vainboim Advogados Associados. Para estabelecer o valor do seguro, são avaliados: tipo de residências (casa térrea, apartamento), tipo de moradia (residência habitual ou de veraneio), além da segurança da região por exemplo.

E o valor das indenizações pagas pelas seguradoras também registra crescimento. De janeiro a julho, foram pagos R$ 99,4 milhões. O valor é 18% maior que o registrado no mesmo período de 2010, quando os sinistros somaram R$ 83,7 milhões.

Mais renda, mais contratos

O presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros (Sincor-SP), Mário Sérgio, destaca que o momento econômico contribui para o crescimento do setor. “O consumidor adquire bens e tem a preocupação em protegê-los”, afirma Sérgio.

“O crescimento da carteira de seguros residenciais acompanha as vendas de imóveis. Mas não é só o mercado imobiliário que está atrelado ao crescimento desta carteira, mas a própria estabilidade da economia e a criação de empregos são fatores importantes que ajudam a impulsionar o setor”, afirma Eduardo Marcelino, presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

A Chubb Seguros confirma o bom momento do setor e registra um crescimento anual na casa dos 30% do seguro residencial personalizado, para residências com valor acima de R$ 300 mil. “O crescimento do mercado é uma junção da melhora da economia e da preocupação em proteger o patrimônio”, diz Guilherme Olivetti, gerente de produtos patrimoniais da Chubb.

O aumento da sensação de violência também estimula as contratações. “Um dos fatores que tem levado ao crescimento nas adesões é a insegurança”, aponta Mario Jorge Pereira, diretor executivo da Marítima Seguros. Só no primeiro semestre deste ano 1.520 casas foram atacadas por ladrões que fizeram famílias reféns na cidade de São Paulo. Os bairros Vila Sônia, Morumbi, Jabaquara, Campo Belo e Vila Clementino acumularam 240 casos, o equivalente a 16% do total.

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Este post é para agradecer todos os amigos e seguidores que votaram no Consumidor Seguro para o Top Blog 2011. A excelente notícia é que, terminada a primeira fase, estamos entre os mais votados na categoria “Economia e Finanças” – e se houvesse uma categoria especializada em seguros, estaríamos “seguramente” entre os dois primeiros.

Mas ainda há outros fatos e números a comemorar, em quase um ano de atuação: superamos a marca de 20 mil visitas, reunimos mais 2.000 amigos no Facebook e temos mais de 520 seguidores no Twitter.

Apesar das dificuldades para injetar conteúdo atualizado, nossa atuação diária no Twitter, compartilhando notícias de interesse econômico e social, mas também político, científico e tecnológico, reforça o conceito da concepção do Consumidor Seguro.

Em nosso percurso, precisamos reverenciar também a projeção e influência de nossos followers. Além de blogueiros da melhor estirpe, contamos com especialistas em recursos humanos e saúde, educação financeira, tecnologia da informação e marketing digital, bem como advogados, jornalistas, publicitários e corretores de seguros.

E não vamos esquecer das seguradoras, entidades e organizações não-governamentais, com destaque para publicações de renome como Folha de S. Paulo, Revista Época, Portais IG (Último Segundo) e Administradores, Jornal do Brasil, Agência Senado…a todos, muito obrigado!

A paixão nos une, portanto, por tudo que é importante para estimular as melhores práticas em consumo – de seguros, em primeiro lugar, mas também o que traz segurança, bem estar, qualidade de vida e tenha uma pegada de inovação – com base na certeza de que o país vive um momento mágico.

Em 2014, temos a Copa. Logo depois, em 2016, os Jogos Olímpicos. Estamos muito bem na fita. É claro que o mercado de seguros tem muito a oferecer para esse período e nação e nós, consumidores de seguros e proteção, estamos atentos a tudo que nos torna cidadãos ainda mais conscientes e bem informados.

Para não ficarmos sem um vídeo com poder de conectar as idéias do post, é hora de homenagear o cineasta brasileiro Fernando Meireles, diretor de “Cidade de Deus”, “O Jardineiro Fiel” e “Ensaio sobre a Cegueira”.

Aqui, no breve (porém grandioso) filme criado para o Comitê Olímpico Brasileiro, ele traz muita emoção e sensibilidade. Com vocês, “A paixão nos une”:

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O Estadão noticiou que os japoneses desenvolveram uma cápsula para proteger pessoas em caso de tsunamis. Considerando que as seguradoras se interessam – e muito – pelo impacto das mudanças climáticas e seus efeitos nos índices de sinistralidade – como o terremoto e tsunami que sacudiram e inundaram uma região japonesa em 2011 – a matéria tem grande interesse para o Consumidor Seguro.

De acordo com o Estadão, agora há equipamentos de fibra de vidro que são capazes de flutuar e proteger até quatro adultos, como segue:

“Empresa vende cápsula contra tsunami no Japão

Uma empresa japonesa levou ao mercado um pequeno abrigo que pode salvar vidas em caso de tsunamis e furacões. A invenção da Cosmo Power é uma cápsula redonda, feita de fibra de vidro e que pode abrigar até quatro adultos.

Capaz de flutuar na água, o produto foi desenvolvido há quatro anos, mas só chegou ao mercado recentemente. Cada cápsula custa o equivalente a quase R$ 7,5 mil.

Depois do tsunami que matou cerca de 21 mil pessoas no início do ano e de recentes tufões, a empresa diz ter recebido diversas encomendas”.

Realmente, as empresas de seguro estão de olho no mercado e nas necessidades que o mercado vem apresentando ao passo em que eventos desta natureza vão ocorrendo.

P.S.: Isso me lembra aquele velho, porém atualizadíssimo ditado popular: ‘Em terra de cego, quem tem um olho (no mercado) é rei’

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A gente costuma dar RT para os tweets sempre interessantes do @EmpreeendeWeb. Como agente atuante na blogosfera que reconhece a importância do empreendedorismo digital, o Consumidor Seguro separou o texto “Cinco coisas essenciais que você precisa saber para fazer negócios no Twitter.

A resposta depende da forma como você atua: sendo o “vendedor chato” ou procurando entender como elas funcionam e como as pessoas interagem.

A pergunta é natural diante de tantas notícias e reportagens na imprensa sobre quem está se dando bem, principalmente no Twitter, a sensação do momento. E a resposta parece ser clara: quanto mais tempo você demorar para participar das redes sociais, menores serão as chances de explorar todas estas oportunidades.

Isso explica a correria das empresas em entrar nessa nova onda. Afinal, é só acompanhar algumas estatísticas: o número de usuários do Twitter aumentou 1600% entre julho de 2008 e 2009, sendo que os brasileiros são os que passam mais tempo “tuitando” (cerca de 41,5 minutos por mês de acordo com pesquisa da ComScore).

Somente em São Paulo, 45% da população já participa de alguma rede social, índice que aumenta para 75% entre os jovens entre 18 e 24 anos (Ibope Mídia). Nas empresas, segundo estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NTT/URFJ), 74% dos pesquisados planejam participar das mídias sociais nos próximos 12 meses. Diante de números tão promissores, por que não tentar?

Até aí, nada de mais. O problema é quando as empresas, ansiosas por resultados rápidos, colocam “o carro na frente dos bois” (a expressão é tão antiga quanto válida). A mesma pesquisa da URFJ revelou que 49% dos pesquisados já entram nas mídias sociais querendo “faturar” de alguma forma: insistem em oferecer seus produtos nas comunidades, fazem propaganda descarada nos blogs, enviam mensagens comerciais sem permissão. Ou, por outro lado, participam dessas mídias sem propósito definido, simplesmente “por participar”, para fazer parte e ver o que acontece.

A conseqüência: comunicação com conteúdo irrelevante, propaganda demais, foco de menos e, pior, a reação contrária dos internautas, que pode ir da indiferença à indignação. Por estas razões, os índices de sucesso nas redes sociais estão abaixo do que poderiam estar”

A conclusão da matéria vem com dicas de planejamento e execução de ações, apresentando os seguintes itens: “Entenda como as mídias sociais funcionam”, “Entenda como o seu público alvo interage”, “Defina uma estratégia”, “Crie um diferencial” e “Tenha objetivos claros e mensure os resultados”.

Confira no @EmpreendedorWeb se quiser ler a matéria completa. O Consumidor Seguro recomenda!

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Parece roteiro de filme sombrio (ou sinistro?), mas assim é a realidade. A trama combina homicídio (hediondo, adjetivo que a matéria do G1, redigida por Pollyana Araújo, esqueceu de citar), estelionato e formação de quadrilha, tendo um seguro de vida como um dos principais vetores dos crimes, como segue:

Acusado de matar pedreiro por seguro de vida é condenado em MT

Um homem de 30 anos foi condenado pelo Tribunal do Júri de Sorriso, a 420 quilômetros de Cuiabá, a 17 anos e 3 meses de prisão pela participação no assassinato de um pedreiro, do qual se dizia amigo, com o intuito de resgatar um seguro de vida da vítima em uma instituição bancária. O crime ocorreu em julho de 2007 e, como consta no processo, houve uma armadilha para que a vítima fosse até uma região de mata próxima à MT-242 e no local foi atropelado por um caminhão

Com uma procuração da vítima, o rapaz que possuía uma empresa publicitária de “fachada”, acusado que já estava preso preventivamente, tentou comprar uma motocicleta em uma loja localizada no município no dia seguinte ao assassinato. Porém, no momento da compra, o vendedor já sabia que o autor da procuração tinha falecido e registrou boletim de ocorrência na polícia.

A irmã da vítima relatou em depoimento à juíza Débora Roberta Pain Caldas, da 5ª Vara Criminal de Sorriso, que após a morte do irmão descobriu que, além do seguro de vida, havia uma conta bancária aberta em nome dele, porém, com endereço falso, bem como um empréstimo e um seguro de vida em benefício dos filhos.

Segundo ela, o irmão percebeu a atitude suspeita do então amigo e, depois disso, se mudou para Lucas do Rio Verde, a 360 quilômetros da capital, e há cerca de um mês antes de morrer estava trabalhando como pedreiro em uma empresa de engenharia. Recebia R$ 525 de salário registrado na carteira de trabalho. Ela afirmou que a vítima cursou apenas até a 2ª série do Ensino Fundamental e nunca teve conta em banco ou talão de cheques, sendo que mal sabia escrever o próprio nome.

Demonstrando não ter informações sobre o empréstimo e os seguros de vida, a irmã contou que a vítima informou aos familiares que o acusado faria um empréstimo no valor de R$ 50 mil para que ele comprasse uma motocicleta e ainda abrisse uma loja de venda de bicicleta.

“A vítima falou que passou documentos para que o acusado fizesse um empréstimo e também pediu por diversas vezes os documentos pessoais da mãe dele, dizendo que era importante e deixaria uma porcentagem para ela”, disse a irmã, em depoimento à Justiça.

No entanto, ao suspeitar da atitude do suposto amigo a vítima se mudou para Lucas do Rio Verde e disse que não teria mais contato com os integrantes da quadrilha, ainda de acordo com a testemunha de acusação. Inclusive, a mulher do acusado confessou em depoimento que o marido se fingia de amigo da vítima e que o chamava de coitado. Segundo ela, o esposo pediu ao pedreiro que fosse até as proximidades da rodovia portando tralhas de pesca e, quando a vítima chegou ao local, outros comparsas passaram por cima dele com um caminhão.

O inquérito para apurar a morte do trabalhador foi instaurado após a morte de duas pessoas desconhecidas pela família da vítima que seriam beneficiárias dele. Além de homicídio qualificado, estelionato e formação de quadrilha, o homem de 30 anos também possui várias passagens na polícia por uso de notas falsas de dinheiro, roubo e outros delitos.”

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