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Archive for dezembro \21\UTC 2011

É quase Natal e a atualização do blog deixa a desejar. Mas também não quer deixar de desejar um final de ano e um novo ano, realmente novo, e não remendado de novo, em paráfrase do célebre poema supostamente escrito por Drummond.

Para marcar a data, em momento de virar a folha do calendário, estamos retuitando e compartilhando no Face mensagens de Natal e de Feliz 2012 de quem seguimos no microblog e na rede social.

É uma forma de reverenciar quem nos ajudou a registrar e construir um período rico e vibrante, certo? – e a julgar pelas últimas notícias que tem assaltado a mídia, a emoção continua!

Já divulgamos mensagem do Estadão e esperamos compartilhar, de agora em diante, as mais relevantes e interessantes – dentro, é claro, da visão do Consumidor Seguro.

Feliz Natal e um excelente Ano Novo a todos. Voltamos em 2012!

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Você pagaria R$ 5,00 por mês para ter um seguro de vida que dá cobertura para morte e acidentes pessoais? Ou por outro, por igual valor, que indeniza o conserto de eletrodoméstico em caso de quebra de um aparelho depois da garantia?

As perguntas são derivadas de um movimento cada vez mais forte – até porque o brasileiro da classe C começa a entender melhor o que é a prevencão do seguro e está – tendo em vista certos aspectos sócios econômicos – preparado para planejar o futuro e se preocupar mais com proteção da própria vida e de seus bens.

Não é por outra razão que algumas seguradoras – as mais poderosas, diga-se de passagem – estão travando uma acirrada “briga de bastidores” para sair na dianteira da comercialização dos seguros populares.

Mas para o consumidor, vale a pena? É com tal pegada que a jornalista Olivia Alongo, do Portal IG, constrói o texto abaixo:

“Vale a pena fazer um microsseguro?

Pagar R$ 3,50 ao mês por um seguro de vida ou R$ 5 para ter a garantia de seu aparelho celular estendida por mais um ano pode ser barato. Mas, segundo analistas, também pode ser desnecessário. Há pelo menos cinco anos, as maiores seguradoras brasileiras vêm oferecendo produtos deste tipo, que são os chamados seguros populares, ou microsseguros. Mas antes de aceitar todas as ofertas de vendedores, os consumidores precisam avaliar se aquele seguro realmente vale a pena.

Os seguros de vida e saúde, segundo os especialistas, sempre valem a pena para quem ainda não possui esses dois tipos de proteções. “Esses dois são os principais,” diz Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças da FGV . Segundo ele, o microsseguro “é um produto inclusivo, de fácil compreensão e que permite que a população que ainda não tem seguro possa se proteger.”

“De uma maneira geral, os microsseguros são bons para disciplinar a população a lidar com os seguros,” concorda Angela Menezes, professora de finanças do Ínsper. No entanto, nem todos os produtos oferecidos pelas empresas são realmente necessários, ressalvam os especialista.

Segundo ela, sempre vale a pena ter um seguro que proteja o patrimônio. Mas o consumidor precisa avaliar cada caso. Se o valor do produto fizer falta no orçamento caso seja preciso fazer uma reposição, faz sentido fazer o seguro. É o caso de um consumidor que adquire um celular, cujo preço tem um impacto significativo no orçamento. “Se o aparelho for roubado ou perdido, ele não poderá comprar outro com facilidade. Algumas vezes, o custo do aparelho chega a 30% do salário de uma pessoa. Neste caso, vale a pena ter seguro,” afirma.

“Ou seja, o seguro deve servir para proteger aquilo que não podemos repor com facilidade,” resume o consultor financeiro Mauro Calil. Carro, casa, emprego, vida e saúde são exemplos, segundo o especialista.

Também pode ser interessante fazer o seguro de garantia estendida – que dá um prazo extra de garantia além do originalmente oferecido pelo fabricante – para produtos que costumam estragar com facilidade e que têm um alto custo de manutenção, como ferros de passar roupas, e aparelhos sofisticados, que são mais caros.

No caso do ferro de passar, ainda que o preço de uma unidade não faça falta no orçamento mensal do consumidor, o seguro pode poupá-lo de ter que comprar um novo em pouco tempo. “Compensa pagar R$ 5 na hora da compra do que R$ 100, por exemplo, por um novo daí a seis meses,” diz Angela.

No entanto, quando o valor do produto é baixo e a garantia do fabricante já é longa, não é preciso gastar um dinheiro que não trará frutos, comenta o advogado Antonio Penteado Mendonça, especialista em microsseguros. “Supomos que o consumidor adquira um liquidificador, com garantia de 2 anos de fábrica. Isso já é mais do que suficiente,” diz.

“‘Também não faz sentido pagar para estender o período de garantia para um prazo mais longo do que aquele que o consumidor estima que vai trocar o bem por um modelo mais moderno”‘, acrescenta.

Os chamados seguros prestamistas, que impedem a inadimplência do consumidor caso ele perca o emprego, morra ou fique inválido também podem ser interessantes, segundo Calil, para prestações caras e ligadas a bens de alto valor. “É o caso de financiamentos de carros”, diz. No entanto, ele considera que não vale a pena pagar pela proteção para prestações mais baixas, como de uma geladeira ou um aparelho de televisão”.

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O Facebook avança, ganha novos recursos e ferramentas e continua surpreendendo – para o bem e para o mal. A notícia de que uma falha do sistema permitia acesso a fotos com status de privadas pegou de assalto, na semana passada, quem ainda pensa que a rede social de Mark Zuckerberg é um simples mecanismo para compartilhar nossas experiências e identidade.

A metáfora do Grande Irmão, de George Orwell, já virou um chavão, mas é impossível negá-la. Nessa história, quem está seguro, no sentido de ter a certeza de que pode manter um mínimo de privacidade? Ninguém, pelo que sugere a notícia abaixo, transcrita do site amigo Olhar Digital, como segue (com a ressalva de que o Facebook já anunciou a correção do problema):

“Privacidade zero: truque permitia ver fotos bloqueadas no Facebook

Se tem algo que qualquer rede social busca hoje em dia, e que se tornou fator decisivo na hora de conquistar mais usuários, é a privacidade.

O Facebook, desde sua estreia na internet, enfrentou vários problemas envolvendo configurações do que era público ou não, quais mudanças poderiam ser feitas sem o consentimento do usuário e até o vazamento de dados em alguns aplicativos.

E nesta semana, mais uma falha vai fazer parte dessa lista de contratempos. Um usuário, membro do fórum Bodybuilding.com, descobriu uma maneira de driblar as configurações de privacidade dos internautas para conseguir visualizar fotos bloqueadas.

O bug funciona da seguinte maneira: ao denunciar um membro do Facebook, uma das opções de denúncia é a de “foto inapropriada”. Após selecionar essa opção, uma outra lista vai aparecer, solicitando detalhes da imagem. Ao escolher qualquer item e denunciar o usuário, a rede social mostrará a opção de marcar qual fotografia especificamente é inapropriada, como pode ser visto na imagem abaixo.

Selecionando essa opção, as fotos marcadas como privadas pelo usuário que está sendo denunciado eram exibidas para que pudessem ser anexadas na denúncia. De acordo com informações do site ZDNet, até as imagens do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, foram capazes de ser acessadas.

Ao que parece, o truque já foi corrigido e não deve funcionar mais. O Facebook não comentou sobre o assunto.”

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