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Archive for agosto \21\UTC 2012

A situação do segmento de saúde não vai nada bem, a julgar pelas alto volume de reclamações dos consumidores. O índice de queixas é de quase 80%, de acordo com notícia de O Estado de S. Paulo, como segue:

“77% dos usuários de planos de saúde têm queixas do atendimento

Um estudo divulgado nesta quarta-feira pela Associação Paulista de Medicina (APM) aponta que 77% dos usuários de planos de saúde no Estado de São Paulo já enfrentaram problemas no atendimento. Entre os que procuraram um pronto-socorro, 72% têm queixas.

A entidade, que cobra melhor remuneração dos médicos por parte das operadoras, lançou um serviço telefônico gratuito de orientação e denúncia, em parceria com a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.

O serviço atenderá reclamações de todo o País pelo número 0800-2004200. Além de esclarecimentos, a ideia da APM é formar um banco de dado mais preciso sobre a situação da rede de atendimento dos planos.

No estudo com 804 usuários paulistas, 64% tiveram problemas na consulta, a maior parte por causa da demora no agendamento. Entre os que reclamaram do atendimento em pronto-socorro, 67% apontaram superlotação nos hospitais e 51% da demora para serem atendidos.

A entidade anunciou uma paralisação do atendimento a alguns planos no próximo dia 6 de setembro.

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O seguro de automóvel é ainda o mais importante ramo do mercado, movimentando R$ 20 bilhões por ano, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep). O que chama a atenção nesse panorama é a variação de preço entre as seguradoras, que podem chegar a mais de 100%. Informando quais fatores influem nos valores, o Carro Online publicou matéria especial, como segue:

Seguro Automotivo: Análise ponto a ponto

Muita gente diz que seguro é um mal necessário. O que ninguém discute é que se trata de um mecanismo indispensável para garantir a preservação de seu automóvel. Ainda mais para quem vive em alguma metrópole com altos índices de roubos e furtos de carro. Poucos sabem, porém, como os valores das apólices são constituídos. Imagina-se que as empresas adotam uma fórmula que leva em conta fatores como região onde o motorista mora, a idade dele e se ele tem garagem em casa. Esse mercado é imenso. De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), ele movimenta R$ 20 bilhões por ano. Veja alguns itens que podem influir os valores de um seguro.

ASPECTOS
Segundo Fernando Cheade, presidente da Comissão de Seguro de Automóvel da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), existem variáveis que incidem no preço. São elas: modelo, ano e utilização do veículo, perfil do segurado, incluindo idade, sexo, estado civil, tempo de habilitação e sua experiência em apólices de seguros anteriores, as frequências e custos médios dos sinistros de colisão, roubo, furto, incêndio e, por fim, os serviços agregados que são contratados.

Cheade afirma que, com base nesses itens e em suas próprias estatísticas, cada seguradora estipula as suas apólices. De acordo com a Susesp, o mercado é aberto, ou seja, o valor do seguro não é controlado. Mas todos os aspectos devem ser estabelecidos claramente em contrato. “É impossível precisar o nível de variação decorrente de um fator. No entanto, pode-se afirmar que as taxas tendem a cair para os segurados mais velhos e, consequentemente, com mais experiência na direção”, diz Cheade.

Um item importante, que também pode afetar diretamente as cifras da apólice, é a região em que o automóvel circula. “O local influi na precificação na medida em que existem variações nos índices de roubo e furto e de ocorrência de acidentes climáticos como fortes chuvas, por exemplo”, revela.

ATENÇÃO
Os questionários de perfil são diferentes entre as seguradoras. Leia com atenção cada informação. É preciso respondê-lo corretamente para evitar problemas ao utilizar o seguro.

QUEM PAGA MAIS
Os perfis considerados de maior risco são os de jovens entre 18 e 25 anos. Isso acontece por causa da menor experiência ao volante, aliado ao fato de dirigirem mais durante a noite.

RECOMENDAÇÕES
– Procure um corretor habilitado pela Susep.
– O consumidor deve comparar preços, benefícios e serviços oferecidos.
– Avalie o quanto serviços extras, como descontos em estacionamentos, atendimentos de emergência e carro reserva em caso de sinistro, encarecem a apólice.
– Preencha o contrato com cuidado e descreva seu perfil com atenção. Segundo a FenSeg, alguns clientes não colocam informações preciosas nos contratos, o que pode atrapalhar o pagamento do seguro em caso de sinistro.

CURIOSIDADES
– No total, são cerca de 11,8 milhões de carros segurados no Brasil.
– O prêmio médio é de R$1 152.
– A categoria de veículo mais segurada é o de passeio nacional, com cerca de 9 milhões de unidades.

COMO FUNCIONA A FRANQUIA?
Um item que também pode influenciar no valor da apólice é a franquia. Se, durante a contratação, o cliente optar pela franquia reduzida, o valor do seguro ficará um pouco maior. No entanto, em caso de sinistro, contribuirá com um valor menor no reparo do automóvel. Já na chamada franquia facultativa, o segurado paga menos pela apólice, porém, se houver batida, participa com um valor maior no conserto. Não é raro acontecer de o orçamento do conserto do veículo ficar praticamente o mesmo do valor da franquia. Quando isso ocorre, muitos motoristas preferem não recorrer à franquia para não perder futuras bonificações dadas pelas companhias na hora de renovar o seguro. Dessa forma, faça as contas para ver o que é mais vantajoso.

SOME O SEGURO AOS GASTOS
Nem sempre as pessoas levam em conta o valor que pagarão no seguro ao comprar um automóvel. Antes de assinar o cheque, faça uma simulação em alguma corretora de confiança. A apólice é um valor que deve ser incorporado à lista de gastos do automóvel. “Conheço muita gente que desistiu de adquirir determinado modelo depois de saber quanto custava o seguro”, depõe Fernando Cheade, da FenSeg. E, para quem aprecia automóveis mais antigos, cuidado: nem todas as companhias aceitam fazer o seguro deles.

COMPARATIVO DOS PERFIS
Fizemos cotações de seguro para o mesmo carro com pefis diferentes. Confira as variações:

PERFIL 1
. Homem
. 22 anos
. Mora com os pais
. Não trabalha
. Usa o carro para ir à faculdade todos os dias
. Tem garagem em casa e na faculdade
. Mora em bairro nobre de uma grande metrópole
VALOR DO SEGURO: R$ 3.345

PERFIL 2
. Homem
. 45 anos
. Casado
. Trabalha
. Usa o carro para ir e voltar do trabalho e aos finais de semana
. Tem garagem em casa e no trabalho
. Mora em bairro central de uma grande métropole
VALOR DO SEGURO: R$ 1.300

PERFIL 3
. Mulher
. 45 anos
. Casada
. Trabalha
. Usa o carro somente para trabalhar
. Tem garagem em casa e no trabalho
. Mora em bairro central de uma grande metrópole
VALOR DO SEGURO: R$ 1.119

PERFIL 4
. Homem
. 45 anos
. Casado
. Trabalha
. Usa a carro para ir e voltar do trabalho e aos finais de semana
. Tem garagem em casa e no trabalho
. Mora na periferia de uma grande metrópole
VALOR DO SEGURO: R$ 1.855

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A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou que o mercado de seguros apresentou um crescimento de 22,1%, em comparação entre os primeiros cinco meses de 2011 (janeiro a maio) e igual período de 2012. O faturamento do setor, com isso, saltou de R$ 41 bilhões para R$ 50,1 bilhões.

O mercado de previdência privada aberta também apresentou elevação, dentro do mesmo período, apresentando crescimento de 6,3%, com faturamento passando de R$ 3,9 bilhões para R$ 4,2 bilhões.

O ramo que mais cresceu no período foi o de seguro educação, que praticamente dobrou de tamanho, obtendo crescimento de 88,2%. O VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) obteve um salto de 37,8%. O residencial também demonstrou fôlego e cresceu 15,6%. Já o seguro de automóveis registrou crescimento de 12,2% e o segmento vida de 11,2%.

O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) obteve crescimento de 6,5%. O ramo previdência tradicional registrou crescimento de 6,0%.

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O tema não é novo nem no Consumidor Seguro, que retratou uma das faces desse tipo de violência em ‘Seguro contra Bullyng‘. Recentemente, o massacre de Aurora, no Colorado, parece confirmar que estamos diante de um problema muito mais amplo e profundo do que a violência escolar. De certa forma, usando novamente o cinema como metáfora, o cenário está mais para o que descrevemos em ‘Mal estar contemporâneo‘.

Segundo notícia do UOL, a análise do passado de James Holmes, que matou doze pessoas numa sessão da nova versão de Batman, mostra um jovem tranquilo e responsável, conforme depoimentos de ex-colegas da Universidade da Califórnia, onde ele estudou e se formou, em 2010, com honras no curso de neurociência.

No doutorado, Holmes estava pesquisando diversos temas relacionados com depressão, abuso de substâncias e esquizofrenia. Será mesmo? A julgar por tudo que ele fez, algumas pistas falsas foram propositalmente interpostas no caminho.

Podemos até supor que Holmes pode ter se interessado muito pelo Distúrbio de Boderline, porque é um caso típico. “Normalmente o indivíduo não ultrapassa os limites da normalidade, portanto é raro que ele seja enquadrado em um dos estados emocionais próximos do Borderline, tais como a esquizofrenia, a depressão ou o transtorno bipolar”, aponta texto do site Infoescola.

Claro que a facilidade para comprar armas e balas nos Estados Unidos facilita demais esse tipo de ação. A dica aqui é ver “Tiros em Columbine”, documentário de Michael Moore, que já em 2002 denunciava a situação crítica, embora quase “cultural”, que desencadearia uma série de outros atentados e resultaria em ocorrências com grandes perdas de vidas humanas nos Estados Unidos.
Mas podemos dizer que, desde então, nem o Brasil escapou, é claro. Além das notícias diárias de violência de todo tipo – quem pode defender que uma pessoa que mata e esquarteja pode ser normal? – já temos o famoso Massacre de Realengo.

Se é bullying ou uma escalada sem precedentes de surtos de Boderline não sabemos dizer ao certo. Pode ser uma mistura explosiva de ambos, mas vamos combinar que o noticiário dá conta dos episódios com vítimas fatais, mas e a fúria inexplicável de pessoas devido a situações absolutamente fúteis, alguém tem alguma estatística?

Há quase uma década, o administrador Stephen Kanitz já abordava o assunto com muita propriedade, em texto publicado em Veja, em 17 de setembro de 2003, como segue:

“Sempre haverá pessoas malucas no mundo

E para cada 1.000 pessoas malucas haverá uma pessoa supermaluca, um “6 Sigma”*.
E entre cada 1.000 dessas haverá uma mais maluca ainda, gente a quem vou chamar de “7 Sigma”, pessoas inteligentíssimas e competentes, mas que estão longe do padrão normal.
Na Idade Média, um desses malucos, de mal com a vida e o mundo, poderia sair matando uns vinte inocentes no mercado principal, até que os cavaleiros do rei lhe cortassem a cabeça.
Nos anos 80, um terrorista matava 200 com uma bomba numa estação de trem.
Hoje, graças ao avanço da tecnologia, um maluco pode sequestrar um avião e matar 2.000 pessoas.
Daqui a alguns anos, correremos o enorme risco de um “7 Sigma” modificar um vírus da gripe e misturá-lo com o vírus da Aids, e então veremos 80% da população mundial e brasileira ser dizimada, se não percebermos esse novo problema que nos assola.
A luta contra esse terror não é exclusivamente americana, como muitos estão comodamente achando.
Um vírus aéreo da Aids lançado em Nova York em dois meses estaria sendo respirado em Brasília.
Como identificar um “7 Sigma” antes que ele faça um estrago grave é um problema sério que o mundo poderá enfrentar nos próximos cinquenta anos.
É um problema ético-policial-sociológico-jurídico-político absolutamente novo e exigirá soluções muito populares.
Por exemplo, como identificar essa gente maluca com nossos valores de privacidade, sigilo e liberdade?
Como identificar os “7 Sigma” sem impor um Estado policial, numa cultura que abomina o “dedo-duro”?
Como prendê-los sem muitas provas de suas malucas futuras intenções?
Como condená-los à prisão se ainda não cometeram o monstruoso crime?
Depois do 11 de setembro, esse perigo ficou mais claro para o mundo, mas o governo americano mudou de enfoque e demarcou países como o Iraque e a Coréia como perigosos, e não os futuros “7 Sigma” espalhados por aí.
Em minha modesta opinião, isso é um erro.
Saddam e seus filhos queriam poder e dinheiro. Quem quer dinheiro e poder avalia seus limites.
Bin Laden e seus suicidas queriam vingança, e isso sim é um perigo assustador.
Vingança a qualquer preço, para si e para os outros, e quem está disposto ao suicídio já ultrapassou qualquer limite de razoabilidade.
Como também queria vingança o criador do vírus Sobig.F, que chegou a contaminar um em cada dezesseis e-mails, e preparava um enorme ataque ao site da Microsoft, destruindo e-mails de médicos a seus pacientes, pedidos de remédios e chats de apoio psicológico, entre outras coisas.
Um erro da doutrina Bush é que ela quer implantar democracias liberais no resto do mundo como solução.
Mas democracias liberais são justamente aquelas que não acreditam em um Estado que controle a população, e sim numa população que controle um Estado.
Justamente o contrário do que precisamos para proteger a nação de um “7 Sigma”.
Os Estados Unidos já implantaram redes neurais que supervisionam movimentos de pessoas, de cheques e sinais estranhos na população.
Mas quem vai supervisionar o mundo? Os americanos, a ONU, cada país por si ou a polícia montada canadense?
É uma bela encrenca a ser resolvida.
No fundo, o que ocorre é que o mundo está avançando em termos de tecnologia muito mais rapidamente do que em termos de psicologia, sociologia e política.
Um único indivíduo instruído com um bom laboratório nos fins de semana tem acesso a tecnologia de destruição capaz de dizimar o mundo.
Talvez o risco dos “7 Sigma” não seja tão grande quanto estou supondo, e vão me criticar por alarmismo.
Eu também prefiro achar que não vai acontecer nada, mas e se der zebra e não estivermos preparados?
Vão dizer que o ser humano no fundo é bonzinho e não faria mal a ninguém.
Esquecem que todo dia hospitais, indústrias de remédios, médicos e dentistas perdem arquivos valiosos por causa de 7.000 vírus que andam rodando por aí, plantados no sistema por alguém, sem alvo definido, sem medir consequências.
Eu sinceramente preferiria discutir um pouco mais essa questão em vez de ignorá-la como estamos fazendo.

* Sigma é uma medida estatística de desvio da normalidade. Quanto mais Sigma, mais anormal. Estima-se que existam mais de 650.000 pessoas “6 Sigma” no mundo e 1.650 pessoas “7 Sigma”.

O drama é que não se sabe quem são.

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