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Archive for the ‘Saúde para Todos’ Category

Ainda que em 2012 o número de beneficiários de planos de saúde no Brasil tenha crescido 2,1% em relação ao ano anterior, chegando ao total de 47,9 milhões de conveniados, a evolução do setor foi a menor registrada desde 2009. Os dados são do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), com base em informações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Por outro lado, o índice que mede o grau de utilização do plano, chamado de sinistralidade, foi de 85%, o maior dos últimos 12 anos. O número reforça a preocupação com o impacto do aumento da demanda de serviços de saúde, especialmente em face ao envelhecimento da população brasileira, na sustentabilidade dos planos nos próximos anos. Uma tese da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) prevê um colapso da saúde suplementar já na próxima década caso medidas de reestruturação para o setor não sejam adotadas.

Segundo o IESS, em 2011, o aumento do número de beneficiários ante 2010 foi de 3,6% e, no ano anterior, de 6,9%. Para a entidade, o menor crescimento deve-se à redução do rendimento médio dos profissionais autônomos e à desaceleração da geração de empregos formais no último trimestre do ano passado. O crescimento foi maior na contratação de planos coletivos, que registrou aumento de 3,1% em 2012 em relação a 2011, enquanto o total de planos individuais avançou 1,6%.

Em relação à sinistralidade, dos R$ 92,7 bilhões arrecadados pelas operadoras em 2012, R$ 92 bi foram usados para pagar custos, sendo R$ 78,8 bilhões referentes às despesas assistenciais e R$ 13,2 bilhões às administrativas. De acordo com o IESS, houve aumento do preço médio de procedimentos médicos. O preço médio das internações, segundo o instituto, subiu 10,8%, chegando a R$ 5,07 mil, ao passo que o valor médio dos exames complementares foi de R$ 29,33, depois de um aumento de 55,8%.

Para o supervisor comercial Ramon Abjaud da Costa, de 27 anos, o aumento dos gastos com o uso do plano de saúde tem a ver com falhas do próprio setor de saúde suplementar. “Minha mulher tem cálculo renal há alguns anos e frequentemente precisa ir a hospitais conveniados por conta das fortes dores. Não se resolve o caso dela em definitivo, o que faz com que sejam necessárias mais consultas, mais exames, mais medicamentos. Somos novos e não temos problemas graves de saúde, mas isso só nos faz temer como vai ser no futuro, quando a demanda vai ser maior”, reclama.

Envelhecimento

Os dados do IESS fazem parte de um cenário em que o país ainda vive a era do bônus demográfico, onde a população ocupada, que gera riqueza, é maior que a dependente, mantendo equilibrado o sistema econômico-financeiro. Isso deve mudar em breve e um dos setores que serão mais afetados é o da saúde suplementar, que pode se tornar inviável economicamente já na próxima década. A questão é levantada pelo pesquisador Fernando Kelles, doutor em demografia pela UFMG, na tese Mudanças demográficas no Brasil e sustentabilidade dos planos de saúde.

Kelles se baseou no percentual de cobertura dos planos sobre a população brasileira em 2010 – de 25%, cerca de 50 milhões de pessoas, segundo dados da ANS – e, mantendo esse percentual, fez um projeção populacional até 2050. Os resultados do estudo apontam que os planos de saúde, em sua média, deverão atingir o equilíbrio entre despesas e receita em 2020, em consequência do envelhecimento da população brasileira e do aumento do número de aposentados, que, em geral, são a maioria da população conveniada dos planos individuais. Já os beneficiários dos planos coletivos, de acordo com Kelles, é formada basicamente por pessoas em idade ativa.

Segundo o demógrafo, o envelhecimento da população acarretará um aumento sem precedentes na demanda por serviços de saúde, sobretudo as taxas de internação, que representam cerca de 50% das despesas assistenciais das operadoras. Kelles alerta, porém, que a situação dos planos individuais já é preocupante. “Eles já são deficitários, sendo sustentados pelas demais carteiras de clientes dos planos de saúde. As despesas assistenciais e administrativas já superam a receita dessa modalidade. Por enquanto, eles são subsidiados pelos planos coletivos, que contam com conveniados que demandam menos serviços de saúde. Porém, com o envelhecimento da população, essa possibilidade de subsídio vai terminar”, explica o pesquisador.

Debate envolve fundo de reserva

Encontrar soluções para evitar um colapso na saúde suplementar é um desafio que, para o pesquisador Fernando Kelles, exige um debate que deve envolver tanto a esfera privada quanto a pública, já que a realidade do envelhecimento populacional também irá afetar o Sistema Único de Saúde (SUS). “Como política para se tentar reduzir – ou pelo menos estabilizar – as taxas de utilização de serviços de saúde com a idade, é importante investir na prevenção de fatores de risco para a saúde e no estímulo aos hábitos saudáveis de vida”, aponta o demógrafo.

José Cechin, diretor executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), representante institucional das seguradoras, reconhece que as empresas estão preocupadas com o provável aumento dos gastos com saúde, especialmente com a maior prevalência de doenças crônicas e consequentes tratamentos longos e dispendiosos na população idosa. Ele lembra que há uma limitação na cobrança dos planos de saúde para idosos, já que a o valor dos planos da última faixa etária não pode ser superior a seis vezes ao cobrado dos conveniados que estão na primeira.

Uma possível alternativa, segundo Cechin, seria uma política de Previdência, como a proposta do VGBL Saúde, que ainda está em processo de aprovação pelo Ministério da Fazenda. “Funcionaria como uma poupança durante os anos em que a pessoa é assalariada para que o valor seja sacado quando ela envelhecer e, com isso, ajudar a cobrir despesas de saúde depois da aposentadoria”, explica.

A ideia de guardar dinheiro para eventualidades de saúde no futuro já havia passado pela cabeça da agente administrativa Alminda da Conceição Rezende Rosa, de 38 anos. A vontade aumentou ao ver a mãe internada por mais de 40 dias e com dificuldade para encontrar vagas em hospitais, mesmo sendo conveniada – ela acabou falecendo. “Além disso, tenho um filho de um ano e já enfrento pronto atendimentos lotados quando preciso levá-lo. Penso em como vai ser daqui para a frente e acho importante pensar em forma de assegurar també a minha própria saúde, pelo bem dele.”

Fonte: Estado de Minas

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O Consumidor Seguro continua atento às informações que podem ajudar as pessoas a melhorar a saúde e qualidade de vida, principalmente quando as novidades se relacionam, de alguma forma, com o consumo – ainda mais que não precisamos de muita pesquisa para intuir que não é nada seguro dormir pouco e comer muito, atitudes que acionam verdadeira bomba-relógio no nosso organismo.
Pois então, vale a leitura abaixo, mais uma que deu no New York Times, com autoria de Denise Mann:

Pessoas que se sentem sonolentas durante o dia podem ter mais dificuldades para resistir a alimentos com alto teor calórico”, é o que mostra uma nova pesquisa americana.

A descoberta, apresentada durante o encontro da Associação das Sociedades Profissionais Relacionadas ao Sono, que ocorre em Minneapolis, complementa pesquisas que relacionam a privação do sono à obesidade.

Participaram do novo estudo 12 adultos entre os 19 e os 45 anos de idade. Aqueles que sentiam sonolência diurna apresentaram uma queda na ativação da região cerebral que inibe o comportamento (o córtex pré-frontal) ao observarem fotos de alimentos de alto teor calórico – como hambúrgueres, batatas fritas, pizzas, bolos e sorvetes – em comparação a imagens de alimentos mais saudáveis e menos calóricos.

“Quando estamos sonolentos, são poucas as chances de conseguirmos controlar o quanto comemos. Possivelmente somos atraídos por alimentos menos saudáveis por não conseguirmos nos controlar tão bem quanto quando estamos bem descansados”, disse William Killgore, professor de psicologia na Escola de Medicina da Harvard e do McLean Hospital, de Belmont, e autor do estudo.

A equipe de pesquisa observou a atividade no córtex pré-frontal através de exames de ressonância magnética funcional. A sonolência diurna foi medida por uma escala padrão que marca a frequência com que o indivíduo cochila em determinadas situações, como ao ler ou assistir TV.

Nenhum dos participantes do estudo sofria de transtornos de sono e todos eles se encaixavam em um padrão normal de sono. Entretanto, quanto mais sonolento o participante, menor a resposta cerebral às imagens de alimentos altamente calóricos. Os participantes mais sonolentos também se mostraram mais propensos a manifestarem fome.

“A privação do sono tem consequências negativas em nosso organismo”, disse Killgore.

A equipe liderada por Killgore pretende expandir o estudo para verificar se os resultados se mantêm em um grupo maior de participantes e como a privação de sono afeta a prática regular de atividades físicas.

O estudo também representa mais uma peça no quebra-cabeça da relação entre sono e peso corporal. Essa é a opinião de Shelby Freeman Harris, diretora do Programa de Medicina Comportamental do Sono do Centro de Transtornos do Sono do Centro Médico Montefiore, de Nova York (EUA).

“Já sabemos que quando não dormimos o suficiente, nossas taxas hormonais são afetadas. Agora vemos que a privação de sono pode também afetar a habilidade de resistir a alimentos calóricos”, disse ela.

Segundo Harris, estudos já haviam mostrado que o sono inadequado leva a um aumento da grelina, hormônio que sinaliza quando devemos comer, e a uma queda da leptina, hormônio que informa nosso organismo quando devemos parar de comer. Ela explica que, com a insuficiência de sono, “temos menos leptina e mais grelina, nos dizendo para continuar a comer. Além disso, o córtex pré-frontal não se encontra em perfeito funcionamento e por isso não pode nos impedir de comer em excesso”.

O conselho da especialista é dormir mais: “Tente ir para cama uma hora mais cedo, limite o consumo de cafeína e álcool e tente se exercitar de cinco a seis horas antes de ir dormir. Precisamos ir desacelerando aos poucos para dormir melhor”.

Para Louis Aronne, diretor do Programa de Controle de Peso do Centro Médico Weill Cornell, de Nova York, as descobertas fazem todo sentido:

“Quando não dormimos o suficiente, hormônios importantes tomam uma direção que levam ao ganho de peso e esta descoberta mostra como este processo ocorre de forma comportamental”, disse ele.

O especialista explica que alimentos ricos em gordura, com alto teor calórico, oferecem uma injeção de energia imediata, mas que não se mantém, fazendo com que as pessoas sonolentas se sintam atraídas por este tipo de alimentos.

“É muito mais difícil seguir um programa alimentar quando não dormimos bem”, disse ele, complementando que alguns pacientes que não conseguem seguir uma dieta em virtude da privação de sono logo conseguem fazê-lo ao terem o sono estabilizado”

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Temos até um filme para indicar – “Corpo Fechado”, com Bruce Willis – mas ficamos apenas no texto desta vez, que é sobre a inquietante “síndrome dos ossos de cristal”, ou mais precisamente, a osteogênese imperfeita (OI).
A matéria reproduzida do IG é um alerta para pais e médicos, considerando que há relatos de erros grosseiros no diagnóstico da doença:

“Em julho de 1997 a comerciante F. e seu marido J. levaram o filho B., então com cinco anos, ao pronto socorro de um hospital em Curitiba para tratar de uma fratura no braço.

Duas horas depois o casal estava no plantão de uma delegacia de polícia, sob acusação de maus tratos, tentando explicar para a delegada que a fratura da criança não foi provocada por espancamento.
B. sofre de uma doença rara, a osteogênese imperfeita, também conhecida como síndrome dos ossos de cristal, cuja principal característica é tornar os ossos frágeis a ponto de quebrá-los com um simples aperto de mão.

“Como se não bastasse toda a preocupação com meu filho, que àquela altura da vida já tinha sofrido umas 30 fraturas, tive que passar pela humilhação de ser levada a uma delegacia, ameaçada de prisão e de perder a posse de B. Tudo porque ninguém naquele hospital sequer tinha ouvido falar na doença dele”, disse F., que concordou em contar sua história sob a condição de que os nomes da família fossem mantidos em sigilo.

A ignorância e falta de conhecimento estão entre as maiores dificuldades enfrentadas no Brasil pelos portadores da osteogênese imperfeita (OI), doença hereditária provocada pela falta ou má qualidade de colágeno no organismo e que atinge uma em cada 21 mil pessoas em todo o mundo.

Nos casos mais leves, a falta do colágeno provoca uma deficiência na estrutura óssea que torna o esqueleto frágil e quebradiço, causando dificuldades de locomoção, insuficiência pulmonar e perda de audição. Nos mais graves os ossos ficam tão frágeis que as crianças não resistem às contrações uterinas da mãe e morrem no parto.

Casos como o de F. estão longe de ser uma exceção. “É muito comum acontecer de pais de crianças com OI serem confundidos com agressores, pois a forma e a sequência das fraturas são muito parecidas com as provocadas por agressões”, explicou o orotpedista Cláudio Santili, coordenador do centro de referência em OI da Santa Casa de São Paulo, considerado o maior especialista na doença do Brasil.”

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A notícia entusiasma. Só esperamos que não exista algum exagero, mas quem diria que a implantação de um estimulador elétrico pode ajudar pacientes paraplégicos?

O Consumidor Seguro reproduz portanto a matéria que saiu no Portal IG:

Paraplégico anda após receber implante

Foto: AP Ampliar

Foto: AP Ampliar

‘Rob Summers durante sessão de fisioterapia com o estimulador elétrico: passos na esteira!

Após Rob Summers ficar paraplégico por conta de uma acidente de carro em 2006, seus médicos lhe disseram que jamais andariam de novo. Eles estavam errados.

Em 2009, o americano de 25 anos se submeteu à implantação de um estimulador elétrico em sua medula espinhal para tentar “acordar” seu sistema nervoso danificado. Depois de alguns dias, Summers conseguia se manter em pé sem precisar de ajuda. Meses depois, mexia os dedos do pé, os joelhos, tornozelo e quadris, e conseguia dar alguns passos em uma esteira.

“Foi a sensação mais inacreditável,” afirmou. “Depois de não poder se mexer por quatro anos, eu pensei que as coisas finalmente iam mudar”.

Apesar desse otimismo, Summers só fica em pé durantes suas sessões de duas horas diárias de fisioterapia, quando o estimulador é ligado, e para o dia-a-dia, continua em uma cadeira de rodas. Os médicos estão limitando o uso do dispositivo a algumas horas por dia.
Seu caso está descrito em um estudo publicado esta semana pelo periódico médico The Lancet. A pesquisa foi financiada pelo Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e pela Fundação Christopher e Dana Reeves.

Por anos, algumas pessoas com lesões na medula espinhal, que ainda retêm algum controle sobre seus membros, têm sentido melhoras após experimentos para estimular eletricamente seus músculos. Mas um progresso como o de Summers, após um dano tão grande à medula, era inédito até então.

“Não é um cura completa, mas pode ajudar alguns pacientes”, afirmou Gregoire Courtine, chefe do departamente de neuroreabilitação experimental da Universidade de Zurique, que não esteve associado ao estudo. Courtine ressaltou que a recuperação de Summers não implicou em mudanças em sua rotina, e que mais pesquisas seriam necessárias para chegar a uma mudança real na vida de paraplégicos e tetraplégicos.

O estimulador elétrico usado em Summers é normalmente usado para alívio de dores, e pode custar até 20 mil dólares. Ele foi implantado em uma região mais baixa que o de costume, na parte inferior de suas vértebras. “Ele manda um sinal elétrico genérico para a medula, para levantar ou andar”, afirmou Susan Harkena, principal autora do estudo.

Kakema e sua equipe ficaram surpresos em ver que o paciente conseguia voluntariamente mexer as pernas. “Isso mostra que conseguimos alcançar os circuitos do sistema nervoso, o que abre um novo caminho para tratar paralisia”, disse. Ela acrescentou que alguns remédios também ajudaram o processo de recuperação.

Para John McDonald, diretor do Centro Internacional de Ferimentos na Medula Espinhal, no Instituto Kennedy Krieger, em Baltimore, a estratégia pode ser adotada em 10 a 15% de seus pacientes paraplégicos que podem ser beneficiados. “Vamos fazer isso em nossos pacientes, sem dúvida”.

Para Summers, suas duas horas andando são apenas o começo: “Meu objetivo é andar e correr novamente. Acredito que tudo é possível e que eu vou sair da minha cadeira de rodas algum dia”.

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Como noticiou o Ministério da Saúde, os ministros da saúde dos países que compõem a iniciativa “Política Externa e Saúde Global” – Brasil, França, Indonésia, Noruega, Senegal, África do Sul e Tailândia – defenderam, em reunião ocorrida durante a 64ª Assembleia Mundial da Saúde, a importância de que a saúde esteja no centro de todas as políticas públicas.

Em comunicado conjunto, os ministros ressaltaram que o acesso a medicamentos é componente essencial do direito fundamental de todo ser humano ao mais alto padrão possível de saúde e lembraram que a saúde é um estado de bem-estar físico, mental e social – e não apenas a ausência de doença ou enfermidade.

Clique aqui para conferir o comunicado conjunto.

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O Consumidor Seguro estréia a seção “Saúde para Todos” por causa da necessidade de debatermos com mais freqüência a atuação dos planos de saúde e agregar posts sobre bem estar e qualidade de vida.

Na matéria “Estudo mostra que brasileiros pobres são mais vulneráveis à depressão”, o texto publicado pelo site Administradores afirma que pessoas com baixa renda e menos escolaridade são mais vulneráveis a doenças como depressão, demência e a outros transtornos psiquiátricos.

É o que revelam artigos da série especial sobre saúde no Brasil produzida pela revista médica inglesa The Lancet. A primeira do estudo é bastante simplista vai contra o senso comum: até hoje, pelo que sabemos, depressão era muito mais associada às pessoas com mais dinheiro e mais tempo na escola!

A verdade é que o tratamento da depressão – e de muitos problemas psiquiátricos – ainda sofre de alguns obstáculos por parte dos planos de saúde. A maioria costuma, por exemplo, limitar as sessões de psicoterapia, como se alguém pudesse predizer que determinado número de atendimentos por ano será suficiente para curar o quadro depressivo.

Contudo a gente percebe que a depressão avança – se antes já sabíamos da escalada da doença entre os bem nascidos, agora a gente sabe da progressão dela entre os menos favorecidos. De qualquer forma, ela evolui, ameaçadora e solene, e sem distinção de classe social ou nível acadêmico.

O que não evolui é o atendimento médico dos planos de saúde para depressão e quadros correlatos. Até onde sabemos, apenas os serviços de assistência médica voltados para classe AA oferecem psicologia e psiquiatria, sem estipular limites de sessões para nenhuma das duas especialidades. Mas isso é reservado para poucos – e, considerando o estudo da The Lancet, para quem menos precisa.

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