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Posts Tagged ‘corretores de seguros’

Sabemos que imprevistos sempre acontecem e mesmo não estando preparados a eles, podemos adquirir algumas ações para minimizar suas consequências. Uma delas é fazer um seguro de vida. Um serviço que garante segurança aos familiares no caso de nossa falta, nos deixando mais tranquilos a cerca das surpresas que aparecem no decorrer da vida.

O seguro de vida é um investimento que garante a proteção financeira de seus familiares ou de pessoas que dependam de você, no caso de sua falta. Pagando à seguradora um valor todos os meses, no caso de morte seja qual for a causa, invalidez por acidente ou antecipação por doença, pode-se contratar pensão ao menor, para custear a faculdade e pensão ao cônjuge.

Os beneficiários podem ser escolhidos à sua vontade e a substituição dos mesmos pode ser feita livremente. Na falta de indicação de beneficiários, Na falta de indicação dos mesmos o valor será dividido conforme código civil. No caso de seguro de vida contratado como garantia de pagamento de dívidas, um empréstimo pessoal, financiamento imobiliário, entre outros, será coberto.

O pagamento ao beneficiário pode ocorrer na forma de capital fixo ou de renda e as coberturas básicas são a de morte natural ou morte acidental. Você pode, com pouco dinheiro, contratar um seguro de vida, mas quanto maior for o investimento aplicado, melhor será seu benefício. E fique atento aos descontos! Mulheres e não fumantes possuem uma grande vantagem na hora de assinar o contrato.

O seguro também pode ser combinado com uma previdência privada, que possibilita o resgate do dinheiro mesmo em vida do segurado.

Ao iniciar um contrato de seguro de vida, procure empresas conhecidas no mercado e um corretor da sua confiança, assim evita problemas e dados expostos. Informações como saúde, laudos médicos, hábitos alimentares e outros são muito bem analisados, então é importante não omitir nenhuma informação.

Fonte: Blog Educar Finanças

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O seguro de automóvel é ainda o mais importante ramo do mercado, movimentando R$ 20 bilhões por ano, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep). O que chama a atenção nesse panorama é a variação de preço entre as seguradoras, que podem chegar a mais de 100%. Informando quais fatores influem nos valores, o Carro Online publicou matéria especial, como segue:

Seguro Automotivo: Análise ponto a ponto

Muita gente diz que seguro é um mal necessário. O que ninguém discute é que se trata de um mecanismo indispensável para garantir a preservação de seu automóvel. Ainda mais para quem vive em alguma metrópole com altos índices de roubos e furtos de carro. Poucos sabem, porém, como os valores das apólices são constituídos. Imagina-se que as empresas adotam uma fórmula que leva em conta fatores como região onde o motorista mora, a idade dele e se ele tem garagem em casa. Esse mercado é imenso. De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), ele movimenta R$ 20 bilhões por ano. Veja alguns itens que podem influir os valores de um seguro.

ASPECTOS
Segundo Fernando Cheade, presidente da Comissão de Seguro de Automóvel da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), existem variáveis que incidem no preço. São elas: modelo, ano e utilização do veículo, perfil do segurado, incluindo idade, sexo, estado civil, tempo de habilitação e sua experiência em apólices de seguros anteriores, as frequências e custos médios dos sinistros de colisão, roubo, furto, incêndio e, por fim, os serviços agregados que são contratados.

Cheade afirma que, com base nesses itens e em suas próprias estatísticas, cada seguradora estipula as suas apólices. De acordo com a Susesp, o mercado é aberto, ou seja, o valor do seguro não é controlado. Mas todos os aspectos devem ser estabelecidos claramente em contrato. “É impossível precisar o nível de variação decorrente de um fator. No entanto, pode-se afirmar que as taxas tendem a cair para os segurados mais velhos e, consequentemente, com mais experiência na direção”, diz Cheade.

Um item importante, que também pode afetar diretamente as cifras da apólice, é a região em que o automóvel circula. “O local influi na precificação na medida em que existem variações nos índices de roubo e furto e de ocorrência de acidentes climáticos como fortes chuvas, por exemplo”, revela.

ATENÇÃO
Os questionários de perfil são diferentes entre as seguradoras. Leia com atenção cada informação. É preciso respondê-lo corretamente para evitar problemas ao utilizar o seguro.

QUEM PAGA MAIS
Os perfis considerados de maior risco são os de jovens entre 18 e 25 anos. Isso acontece por causa da menor experiência ao volante, aliado ao fato de dirigirem mais durante a noite.

RECOMENDAÇÕES
– Procure um corretor habilitado pela Susep.
– O consumidor deve comparar preços, benefícios e serviços oferecidos.
– Avalie o quanto serviços extras, como descontos em estacionamentos, atendimentos de emergência e carro reserva em caso de sinistro, encarecem a apólice.
– Preencha o contrato com cuidado e descreva seu perfil com atenção. Segundo a FenSeg, alguns clientes não colocam informações preciosas nos contratos, o que pode atrapalhar o pagamento do seguro em caso de sinistro.

CURIOSIDADES
– No total, são cerca de 11,8 milhões de carros segurados no Brasil.
– O prêmio médio é de R$1 152.
– A categoria de veículo mais segurada é o de passeio nacional, com cerca de 9 milhões de unidades.

COMO FUNCIONA A FRANQUIA?
Um item que também pode influenciar no valor da apólice é a franquia. Se, durante a contratação, o cliente optar pela franquia reduzida, o valor do seguro ficará um pouco maior. No entanto, em caso de sinistro, contribuirá com um valor menor no reparo do automóvel. Já na chamada franquia facultativa, o segurado paga menos pela apólice, porém, se houver batida, participa com um valor maior no conserto. Não é raro acontecer de o orçamento do conserto do veículo ficar praticamente o mesmo do valor da franquia. Quando isso ocorre, muitos motoristas preferem não recorrer à franquia para não perder futuras bonificações dadas pelas companhias na hora de renovar o seguro. Dessa forma, faça as contas para ver o que é mais vantajoso.

SOME O SEGURO AOS GASTOS
Nem sempre as pessoas levam em conta o valor que pagarão no seguro ao comprar um automóvel. Antes de assinar o cheque, faça uma simulação em alguma corretora de confiança. A apólice é um valor que deve ser incorporado à lista de gastos do automóvel. “Conheço muita gente que desistiu de adquirir determinado modelo depois de saber quanto custava o seguro”, depõe Fernando Cheade, da FenSeg. E, para quem aprecia automóveis mais antigos, cuidado: nem todas as companhias aceitam fazer o seguro deles.

COMPARATIVO DOS PERFIS
Fizemos cotações de seguro para o mesmo carro com pefis diferentes. Confira as variações:

PERFIL 1
. Homem
. 22 anos
. Mora com os pais
. Não trabalha
. Usa o carro para ir à faculdade todos os dias
. Tem garagem em casa e na faculdade
. Mora em bairro nobre de uma grande metrópole
VALOR DO SEGURO: R$ 3.345

PERFIL 2
. Homem
. 45 anos
. Casado
. Trabalha
. Usa o carro para ir e voltar do trabalho e aos finais de semana
. Tem garagem em casa e no trabalho
. Mora em bairro central de uma grande métropole
VALOR DO SEGURO: R$ 1.300

PERFIL 3
. Mulher
. 45 anos
. Casada
. Trabalha
. Usa o carro somente para trabalhar
. Tem garagem em casa e no trabalho
. Mora em bairro central de uma grande metrópole
VALOR DO SEGURO: R$ 1.119

PERFIL 4
. Homem
. 45 anos
. Casado
. Trabalha
. Usa a carro para ir e voltar do trabalho e aos finais de semana
. Tem garagem em casa e no trabalho
. Mora na periferia de uma grande metrópole
VALOR DO SEGURO: R$ 1.855

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O que fazer para evitar passar pelo transtorno de uma negativa de cobertura? De acordo com matéria do G1, é direito da companhia levar em conta o perfil do segurado para definir preço, mas o acerto de benefícios por e-mail serve de garantia para o segurado, como segue:

Saiba quais cuidados devem ser tomados ao contratar um seguro

As apólices de seguro deveriam cobrir o prejuízo em casos de roubo, acidente, invalidez, mas isso nem sempre acontece. O carro da promotora de vendas Dinah dos Santos foi furtado e ela não conseguiu recuperar o prejuízo.
Para pagar a indenização, a seguradora exige o que é praticamente impossível. “Eles querem que transfira o carro para o nome da empresa. Só que não tem como fazer isso, porque não foi encontrado o carro e o Detran precisa que seja feita a vistoria”, explica. O caso está na justiça.

É direito da empresa levar em conta o perfil do segurado. Idade, a cidade onde mora, se já bateu o carro ou não. Tudo isso influencia no preço do seguro. O que não pode ser feito é negar o benefício em caso de atraso da prestação. “O benefício pode não ser integral, mas é proporcional, tendo em vista o seu número de contribuições”, diz Têmis Limberger, promotora.

O empresário Tiago Resende vai receber o que tem direito porque processou a seguradora. O corretor avaliou o carro acima do preço de mercado. “Infelizmente ele não soube responder o motivo dos 10 mil de diferença no valor do carro”, declara.

Quando ele sofreu um acidente, a empresa não quis pagar o que estava na apólice. A escolha do corretor é o primeiro cuidado que o segurado deve ter. É ele que faz a intermediação entre o consumidor e a empresa seguradora. Por isso é importante conhecer bem o profissional, de preferência que seja indicado por alguém. Não esqueça também de guardar tudo o que foi negociado com ele.

Desconto na renovação, serviços como carro reserva, chaveiro, encanador. Acertar estes benefícios também por e-mail é uma garantia a mais. “A seguradora acredita que todas as negativas que ela dá, apenas 10 a 15% dos consumidores, dos segurados vão ir atrás de uma indenização judicialmente, então eles contam com essa margem de lucro para eles”, declara Leonardo Maldonado Rodrigues, advogado.

A promotora de vendas Josiane Kesseler foi atrás dos direitos da mãe, que não recebeu o seguro por invalidez. A empresa alegou que ela já estava incapacitada, antes de fazer o seguro, mas não fez a perícia para comprovar a doença. Isso é obrigação da seguradora. “Eles acabam iludindo a gente com uma coisa que não é realmente o que eles tão falando”, diz.

Em caso de problemas com a sua apólice, a Federação Nacional de Seguros orienta o consumidor a entrar em contato com a ouvidoria da corretora”.

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Este post é para agradecer todos os amigos e seguidores que votaram no Consumidor Seguro para o Top Blog 2011. A excelente notícia é que, terminada a primeira fase, estamos entre os mais votados na categoria “Economia e Finanças” – e se houvesse uma categoria especializada em seguros, estaríamos “seguramente” entre os dois primeiros.

Mas ainda há outros fatos e números a comemorar, em quase um ano de atuação: superamos a marca de 20 mil visitas, reunimos mais 2.000 amigos no Facebook e temos mais de 520 seguidores no Twitter.

Apesar das dificuldades para injetar conteúdo atualizado, nossa atuação diária no Twitter, compartilhando notícias de interesse econômico e social, mas também político, científico e tecnológico, reforça o conceito da concepção do Consumidor Seguro.

Em nosso percurso, precisamos reverenciar também a projeção e influência de nossos followers. Além de blogueiros da melhor estirpe, contamos com especialistas em recursos humanos e saúde, educação financeira, tecnologia da informação e marketing digital, bem como advogados, jornalistas, publicitários e corretores de seguros.

E não vamos esquecer das seguradoras, entidades e organizações não-governamentais, com destaque para publicações de renome como Folha de S. Paulo, Revista Época, Portais IG (Último Segundo) e Administradores, Jornal do Brasil, Agência Senado…a todos, muito obrigado!

A paixão nos une, portanto, por tudo que é importante para estimular as melhores práticas em consumo – de seguros, em primeiro lugar, mas também o que traz segurança, bem estar, qualidade de vida e tenha uma pegada de inovação – com base na certeza de que o país vive um momento mágico.

Em 2014, temos a Copa. Logo depois, em 2016, os Jogos Olímpicos. Estamos muito bem na fita. É claro que o mercado de seguros tem muito a oferecer para esse período e nação e nós, consumidores de seguros e proteção, estamos atentos a tudo que nos torna cidadãos ainda mais conscientes e bem informados.

Para não ficarmos sem um vídeo com poder de conectar as idéias do post, é hora de homenagear o cineasta brasileiro Fernando Meireles, diretor de “Cidade de Deus”, “O Jardineiro Fiel” e “Ensaio sobre a Cegueira”.

Aqui, no breve (porém grandioso) filme criado para o Comitê Olímpico Brasileiro, ele traz muita emoção e sensibilidade. Com vocês, “A paixão nos une”:

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Na semana passada, diversos jornais, revistas e sites publicaram a notícia de que o mercado de seguros de pessoas cresceu 14,9% em 2010.

A Folha de S. Paulo, por exemplo, esclareceu ainda que o segmento engloba seguros de vida, prestamistas e educacionais e movimentou R$ 15,7 milhões em prêmios (total dos valores pagos pelos seguros).

Os números foram apurados pela Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada, Vida e Capitalização). Detalhe muito importante para quem não está habituado com a estrutura de entidades do mercado de seguros e muito menos com essas siglas: os dados da Fenaprevi não incluem os resultados do seguro saúde, que é controlado pela ANS (Agência Nacional de Saúde).

“No detalhamento do estudo, o seguro de vida atingiu R$7,8 bilhões em prêmios no ano passado, marcando alta de 8,5%. Por sua vez, o seguro de vida individual cresceu 36,9%, para R$1,1 bilhão”.

Olha que aspecto interessante: o crescimento do seguro de vida em grupo equivale, mais ou menos, à expansão do PIB. Já o seguro de vida individual teve um resultado realmente explosivo. Entretanto, representa sete vezes menos em valores arrecadados.

A primeira conclusão, até óbvia, é que o seguro de vida está bem disseminado entre as empresas, como benefício para os funcionários. Já as pessoas que têm seguro de vida por decisão própria, ou individual, ainda é muito inferior, apesar dos esforços em lançar produtos de baixo tíquete (hoje existe seguro de vida que custa menos de R$5 por mês).

A segunda conclusão é que o seguro de vida tem muito espaço para crescer – embora seja um grande desafio fazer a população comprar seguro, ainda mais de vida, que só é um produto interessante quando a pessoa tem renda sobrando e está preocupada com o futuro.

Podemos ir além: na visão do Consumidor Seguro, o seguro de vida só é um produto atraente quando a pessoa tem confiança absoluta na atuação das seguradoras e que a indenização será paga, mesmo que seja daqui a 30 anos ou mais, por exemplo.

É aí que está o nó do seguro de vida individual: embora as classes C e D estejam financeiramente mais equilibradas para adquirir o produto, é justamente essa parcela da população – para quem até hoje seguro se resumo ao de automóvel – que precisa se convencer da importância do produto.

Não é tarefa fácil. Mas as seguradoras têm encarado o desafio, ainda mais que, quem ganhar esse jogo, pode virar referência no segmento e lucrar centenas de milhões de reais por ano.

É por isso que diversas companhias estão empenhadas em lançar novidades como sistemas de cotação diferenciados, além de emissão digital das apólices, entre outras facilidades e ferramentas cada vez mais disponíveis ao consumidor, fora todo o investimento em treinamento e capacitação.

Entretanto, acreditamos que as seguradoras independentes (ou seja, aquelas que não podem contar o balcão bancário) estão diante de uma missão quase impossível.

Tanto que, de acordo com o ranking da Fenaprevi, a Bradesco lidera com 17,2% em 2010. Na sequencia, temos Itaú (15%), Aliança do Brasil (10%), Santander (8,9%), HSBC (4,45%) e MetLife (4,04%).

Apenas Mapfre e MetLife não estão ligadas a bancos. Ainda, vamos deixar bem claro. A Mapfre já anunciou parceria com o Banco do Brasil e a Zurich (que não tinha entrada na história até o momento) está se unindo com o Santander.

Pronto, chegamos ao momento crucial: nem importa mais se estamos falando do seguro de vida, mas há sem dúvida um movimento de concentração do mercado nas mãos dos bancos, lembrando que até a Porto Seguro tem à sua disposição a rede do Itáu para parte de seus produtos (automóvel e residencial).

Para o Consumidor Seguro, as perguntas que ficam são as seguintes: daqui a uns cinco anos, como estará esse desenho? A concentração que já existe hoje é uma ameaça à atuação dos corretores? Que porcentagem da distribuição continuará, daqui a cinco anos, nas mãos dos corretores de seguros? E como está no Congresso a regulamentação da figura do agente de seguros, que seria funcionário das seguradoras?

 

Alguém tem algo a comentar?

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