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Veja alguns cuidados que devem ser tomados ao cotar e contratar seu seguro em uma corretora online:

Muito comuns na Europa, as corretoras online de seguros estão cada vez mais se espalhando pelo mercado brasileiro. Já há uma série delas no mercado, como a Bidu, a Economize no Seguro, a Segurar.com, a Minuto Seguros, a Smartia e a Taclaro. A facilidade de contratar os seguros sem sair de casa e a possibilidade de cotar os valores praticados por diversas seguradoras são os principais atrativos desses sites. Mas, para que a contratação do seguro seja bem-sucedida pela internet, os clientes devem tomar alguns cuidados básicos.

1) Verifique se a corretora é registrada na Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda e é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro. Portanto, é muito importante que a corretora seja habilitada pela Susep .

Para consultar se a corretora é habilitada, é preciso entrar no site da Susep e informar na página de “Consulta de corretores” o número de registro da corretora, seu CNPJ e seu nome. Geralmente, o número de registro e o CNPJ das corretoras são informados nos sites, no final da página.

2) Não omita informações ao cotar o seguro

Os valores dos seguros podem variar muito de acordo com o perfil do cliente, por isso não são raros os casos de manipulação de informações na hora da cotação para obtenção de um preço melhor. Mas, ao fazer isso o barato pode sair caro, já que em um eventual sinistro as seguradoras fazem sindicâncias para checar quais foram as condições do acidente ou roubo, e podem descobrir que o cliente havia omitido algumas informações.

Segundo Eldes Mattiuzzo, presidente executivo da corretora online Bidu, um caso clássico de distorção de informação é quando o cliente é casado, mais velho e tem filhos jovens, mas não informa que os filhos podem conduzir o carro eventualmente. “Se o cliente tem um filho de 19 anos, por exemplo, as seguradoras agravam o risco e aumentam o preço do seguro, por isso muitos omitem essa informação. Mas, se a seguradora não tiver essa informação e acontecer um acidente com o filho, muito provavelmente ela não cobrirá o sinistro”, afirma.

3) Ao cotar o seguro compare os preços, coberturas, condições de pagamento e assistências

Os preços dos seguros podem variar muito de uma seguradora para outra. Por isso, as ferramentas de cotação podem ser muito interessantes para comparar os valores praticados por cada empresa. Mas, vale ressaltar que não só o preço deve ser levado em consideração. Fatores como as condições de pagamento e sobretudo a cobertura e as assistências oferecidas devem pesar na escolha do cliente.

Por isso, é muito importante que a corretora online apresente não só os valores dos seguros, mas também todos serviços que estão incluídos no contrato.

O presidente da Bidu afirma que, por uma diferença de preço pequena, às vezes é possível contratar um seguro de carro muito mais completo. Por isso, ele recomenda que os clientes prestem atenção se o seguro oferece assistência residencial, assistência para troca de pneu, serviços de chaveiro, carro reserva e qual é a abrangência do guincho. “Algumas seguradoras têm guinchos que só percorrem 100 km, outras 500 km. Para alguém que viaja muito para o interior, por exemplo, é importante contratar um guincho mais abrangente, que possa percorrer um caminho mais longo e levar o carro para uma oficina de uma cidade grande”, afirma Mattiuzzo.

4) Observe as opções de customização do seguro

Outra ferramenta bastante interessante de algumas corretoras online é a simulação do valor do seguro com diferentes tipos de cobertura e assistência.

Segundo Mattiuzo, vale a pena testar qual seria o valor de um seguro com uma cobertura de danos básica, com um limite de, por exemplo, 50 mil reais e outra com uma cobertura adicional. “No Bidu é possível simular quanto fica o seguro com uma cobertura adicional para vidros, ou, com uma cobertura maior do que 50 mil reais, que diminuiria o prejuízo em uma batida em um carro importado, por exemplo. É muito comum que os clientes cotem um plano básico e outro mais completo e depois escolham entre um ou outro”, diz.

5) Avalie se o site oferece informações de forma simples e se o atendimento é bom

A facilidade de navegação no site e o atendimento prestado pela corretora online podem ser bons diferenciais. É importante que o site seja intuitivo e permita que as informações buscadas sejam encontradas facilmente. E é crucial a corretora ter um canal de atendimento, seja online, ou por telefone disponível e eficiente para o atendimento dos clientes.

Talvez esse seja o ponto mais crítico das corretoras online em relação às outras corretoras, que fornecem um atendimento mais personalizado. Como toda a contratação é automatizada, algumas delas oferecem atendimentos precários, pela internet ou por telefone. E se isso já é ruim na hora da contratação, pode ser ainda pior no pós-venda, quando o cliente pode precisar de alguma assistência diante de um sinistro.

Dificilmente as corretoras terão um atendimento 24 horas, já que essa é uma obrigação das seguradoras, que devem atuar imediatamente diante de um acidente ou roubo. Mas, vale a pena checar se no horário comercial a corretora atende prontamente os clientes por telefone e se ela é capaz de tirar dúvidas sobre os produtos vendidos.

Se o atendimento for satisfatório, isso pode ser um sinal de credibilidade da corretora e de que ela não deixará o cliente na mão se ele precisar de alguma ajuda futuramente, por exemplo, para renovar sua apólice ou para saber como lidar diante de um sinistro.

6) Contate a corretora se surgir alguma dúvida no momento da contratação

Dúvidas sobre qual seguro contratar, ou sobre a documentação podem surgir no momento da contratação. Como todo o processo é realizado online, o cliente pode ter mais dúvidas do que em uma contratação feita pessoalmente. Por isso, mais uma vez vale a recomendação de ligar para a corretora para sanar quaisquer questionamentos e se certificar de que a corretora é confiável, que o produto escolhido é o melhor para o seu perfil e que a compra seja feita da maneira correta.

7) Leia atentamente a proposta de contrato de seguro

A proposta de contrato de seguro é o documento que especifica todas as condições da contratação do seguro, como as assistências incluídas, o valor do prêmio que o segurado deve pagar e o valor da indenização caso ocorra um sinistro.

Esse documento é apresentado ao cliente antes da finalização da compra e deve ser lido atentamente. Caso algum dado do veículo ou da seguradora esteja errado, ou se alguma questão estiver confusa, o contratante deve consultar a corretora antes de seguir em frente.

Fonte: Exame

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Durante o período do verão, em que o volume de chuva aumenta, os motoristas precisam ficar atentos para a ocorrência de alagamentos nas vias, que comprometem o funcionamento do veículo, e até mesmo provocam situações de risco à vida. Confira abaixo, dez recomendações para preservar o veículo em áreas alagadas.

 1. Caso o motor morra durante a travessia, jamais tente dar a partida, mantenha-o desligado e remova o veículo até uma oficina. Diante da possibilidade de admissão de água, essa prática reduz o risco de danos causados ao motor por um calço hidráulico.

2. Observe a altura do nível de água do trecho alagado, a maioria das montadoras estabelece uma altura máxima para essas travessias, não podendo exceder o centro da roda.

3. É prudente que o veículo, durante o alagamento, seja dirigido em baixa velocidade, mantendo uma rotação maior e constante ao motor, em torno de 2.500 RPM, o que diminui a variação do nível da água e seu respingar junto ao motor, dificultando sua admissão indevida e a contaminação de componentes eletroeletrônicos, melhorando a aderência e a dirigibilidade do veículo.

4. No caso de veículos equipados com transmissão automática, a troca de marchas deve ser feita manualmente, selecionando a posição “1”. Dessa forma, o veículo não desenvolve tanta velocidade, sendo possível imprimir uma rotação maior ao motor. Outra possibilidade é manualmente alternar a troca de marchas entre “N” e “1”, de modo a manter a velocidade do veículo baixa durante o trecho alagado, sem descuidar da rotação do motor, sempre em torno de 2.500 RPM.

5. Alguns veículos automáticos oferecem como opcional o ajuste da tração, conhecido como “Winter” ou “Snow”. Embora sua função seja a de conferir maior segurança durante trechos de baixa aderência, como neve ou lama, evitando que o veículo patine graças ao bloqueio do diferencial, também deve ser utilizado durante alagamentos, pois beneficia o controle da velocidade do veículo e da rotação do motor.

6. Mantenha a calma nos casos em que, durante a travessia, sejam constatados sintomas como o aumento de esforço ao esterçar (direção hidráulica), variação na luminosidade das luzes do painel de instrumentos, alertas sonoros, flutuação dos ponteiros, luzes de anomalia da injeção eletrônica, bateria e ABS (se disponível) acesas, aumento do esforço ao acionar os freios e interrupção do funcionamento da tração 4 X 4 (veículos diesel), pois provavelmente todo esse quadro é causado pela perda de aderência entre a correia auxiliar e as respectivas polias da bomba da direção hidráulica, alternador e bomba de vácuo (veículo diesel), sendo, na maioria das vezes, um fato passageiro que não impede a dirigibilidade. Apenas reforce a cautela e mantenha o menor número possível de equipamentos ligados.

7. É recomendado desligar o ar condicionado, reduzindo assim o risco de calço hidráulico. Essa prática impede que alguns componentes joguem água na tomada de ar do motor. Veículos rebaixados e turbinados, na maioria das vezes, apresentam maiores riscos de sofrer calço hidráulico; por isso, é aconselhável manter a originalidade da montadora. Se o veículo estiver nessas condições, redobre a atenção aos procedimentos sugeridos.

8. Para os casos mais sérios de alagamentos, é recomendado preventivamente fazer um check-up, corrigindo, por exemplo, possíveis alterações do sistema de injeção eletrônica, muitas vezes simples e imperceptíveis nessa fase, como maus contatos, mas que posteriormente podem gerar grandes transtornos.

9. Pode haver, entre outros, a contaminação do cânister, do óleo da transmissão, do(s) eixo(s) diferencial(is), no caso de veículos com tração traseira ou mesmo quatro por quatro, o que determina a redução da vida útil dos componentes integrantes desses conjuntos, além de riscos acentuados de falhas na embreagem, suspensão e freios. Para combater os efeitos dessa possibilidade, é recomendável encaminhar-se rapidamente até uma oficina e solicitar a avaliação desses itens.

10. Havendo travessias consecutivas de alagamentos, recomenda-se uma limpeza do sistema de ventilação, pois estará sujeito à contaminação por fungos, microorganismos e bactérias, demandando limpeza de todo o sistema para a utilização segura.

Fonte: WebMotors

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