Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘internet’

O brasileiro gastou mais de R$ 45 milhões no ano passado com seguros de viagens para o exterior. A apólice é obrigatória em alguns países, mas é preciso ficar atento às diferenças de preço e de cobertura. Todo brasileiro quer viajar, mas quer economizar. Ele não precisa comprar o seguro na agência onde fechou a viagem. Dá para fazer uma pesquisa rápida na internet, e há centenas de seguradoras no mercado. Um seguro-viagem para uma viagem de 10 dias para a Europa pode custar desde R$ 150 até R$ 500.

Segundo Maurício Corrêa, assessor jurídico do Procon de São Paulo, a venda casada é prevista no Código de Defesa do Consumidor como prática abusiva.

“O consumidor tem o direito de contratar o seguro onde desejar. Ele tem que ter sempre em mãos a apólice de seguro, onde está celebrado o contrato, com suas coberturas, o que ele tem direito e aonde ele deve recorrer para ter o recebimento”, explica.

O assessor ainda recomenda guardar todos os documentos dos gastos efetivos, já que muitos seguros são feitos por reembolso.

Fonte: O Globo

Anúncios

Read Full Post »

Nesta semana, o articulista Luli Radfahrer brindou os leitores da Folha de S. Paulo com uma abordagem sobre grandes revoluções que nascem fora do radar das grandes empresas, como segue:

“O poder das pequenas ideias

Houve um tempo em que todos podiam ser inventores. Bastava um pouco de tempo livre e espírito questionador para criar engrenagens em oficinas caseiras. Até a segunda metade do século 20, boa parte das descobertas era rudimentar, de compreensão direta e fácil reprodução.

Com o tempo, as invenções ganharam sofisticação e proteção industrial, até se tornarem grandes demais para que seus mecanismos fossem compreendidos. A situação chegou a um extremo: a constituição de praticamente qualquer bem de consumo se tornou hermética.

A evolução tecnológica é, naturalmente, bem-vinda. Mas o processo em que ela se desenvolveu trouxe consigo um desperdício e uma limitação criativa sem precedentes. Em uma época que tanto se valoriza o ambiente e a inventividade, não faz sentido ainda usarmos fogões descartáveis, geladeiras blindadas ou brinquedos impossíveis de consertar ou alterar. Cada aparelho trocado gera consigo grandes quantidades de lixo eletrônico na forma de cabos, adaptadores e baterias.

É senso comum que a situação precisa mudar. Mas, ao contrário do que defendem saudosistas e tecnófobos, a saída não está no enfrentamento à base de marretas, mas no uso de chaves de fenda, multímetros e fóruns na internet.

A revista “Make”, referência para quem não se contenta em ser mero usuário, resume essa filosofia com a frase “se você não pode abri-lo, ele não é seu”. Os iPhones, que proíbem até troca das baterias, são alvos evidentes. Mas não são os únicos. Como eles, câmeras, TVs, video-games, relógios, motores e boa parte dos aparelhos cotidianos está além de qualquer escrutínio.

Até mesmo nas grandes empresas há uma preocupação em devolver ao processo industrial sua característica modular. Hoje, com a concorrência grande e pouca distinção real entre marcas ou modelos de produtos, é cada vez mais difícil inventar algo realmente novo. Uma boa solução está na criação de aparelhos integrados, abertos para intervenção por quem se habilite.

A prova que tal modelo funciona pode ser vista na internet, onde sistemas de código aberto permitem que novas ideias complementares apareçam a cada instante.

Não é mais preciso desenvolver aplicativos ou sistemas operacionais completos, em um processo lerdo, burocrático, vulnerável e supérfluo. Pequenos módulos, criados ao redor do mundo, se complementam em simbiose. Sejam desenvolvidos com objetivos comerciais, filantrópicos ou por mera curiosidade, esses organismos promovem a inovação em uma escala sem precedentes, permitindo que qualquer indivíduo crie, no quintal de casa ou na mesa de trabalho, uma tecnologia que pode ajudar a mudar o mundo.

O terreno é muito mais fértil do que foi o final dos anos 1970 nos EUA, quando jovens curiosos transformavam a garagem da casa dos pais em pequenas oficinas para criar os primeiros computadores pessoais. Como naquela época, as novas ideias não surgem de consultorias, “think tanks” ou departamentos burocráticos de grandes empresas, mas de grupos de amadores cuja verba costuma ser inversamente proporcional ao entusiasmo. E há sinais deles em praticamente qualquer área do conhecimento.

Read Full Post »

Uma das maiores dores de cabeça que todo consumidor pode ter é ser obrigado a ligar várias vezes para sua seguradora, cancelar um cartão de crédito ou linha telefônica. Tudo é gravado, assim dizem, mas quem já conseguiu ter acesso a esse material?

Pois no futuro, segundo projeto de lei em tramitação, todo consumidor poderá exigir as gravações – e as empresas poderão ser obrigadas a disponibilizar tudo, via internet, como explica da Agência Câmara:

 “Call centers poderão ser obrigados a disponibilizar gravações pela internet

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 1427/11, do deputado Antônio Roberto (PV-MG), que obriga os serviços de atendimento ao consumidor por telefone, mais conhecidos como call centers, a disponibilizar, na internet, as gravações de conversas entre consumidor e atendente até 24 horas após a ligação. A gravação será acessível por senha. A lei que regulamenta o funcionamento dos call centers – Decreto 6.523/08 – não normatiza as formas de acesso às conversas gravadas.

O projeto de Antônio Roberto estabelece medidas administrativas, como suspensão da atividade ou cassação da licença do estabelecimento, para as empresas que descumprirem a determinação.

Segundo o autor da proposta, as gravações hoje são feitas apenas quando há interesse da empresa. Ainda há, segundo ele, uma assimetria nas relações entre consumidor e empresa nos serviços de atendimento telefônico. “A medida prevista no projeto é de fundamental importância para a defesa em juízo do consumidor lesado”, afirmou.

Caso o projeto seja aprovado, as empresas terão prazo de 180 dias para se adequarem às novas regras.

Tramitação

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, de Defesa do Consumidor e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Read Full Post »

A Revista Info sempre surpreende com notícias de ponta, como segue:

“Se depender da vontade do designer Shikun Sun, além da função básica de fazer e receber ligações pelo celular, os cegos têm uma chance de usar o aparelho para ler mensagens, e-mail e fazer outros comandos que até então dependiam apenas da visão.

Ele criou o DrawBraille, conceito de smartphone com 210 pontos que se movem para cima e para baixo para criar o alto relevo necessário à leitura em braile.

O aparelho tem 05 (cinco) colunas de pontos, que representam os 35 símbolos que formam esse alfabeto, e basta passar os dedos sobre a superfície para ler o menu, a lista de contatos, e-mails, mensagens e até navegar na internet. Se o texto escrito no display mecânico for muito grande, há botões na extremidade do telefone para ‘rolar apágina’ para cima ou para baixo.

Ao lado da área deleitura dos pontos, foi projetada uma superfície composta por 20 (vinte) quadrados, onde o usuário desliza os dedos para executar comandos e escrever.

Para redigir uma mensagem em braile, basta fazer os toques certos nos seis quadrados centrais. Os números estão representados pelas teclas que ficam na parte mais externa do teclado.

Para facilitar a conferência do status da bateria, o designer Shikun Sun projetou 05 (cinco) pontos mecânicos também na lateral do DrawBraille. Cada ponto representa 20% do nível total de carga e quanto mais pontos em alto-relevo, mais carregada está a bateria.

O celular ainda tem comandos rápidos que podem ser programados pelo usuário, player de músicas e bloqueio de teclado. Conceito para iPhone nenhum botar defeito”.

Read Full Post »

Julian Assange

De acordo com o blog Pragmatismo Político, o 1º. Encontro Mundial de Blogueiros terá presença de Julian Assange, fundador do WikiLeaks. Para quem não se lembra, ou não teve a oportunidade de acompanhar, o Consumidor Seguro apoiou desde o início as atividades do site e de seu criador.

São esperados internautas dos Estados Unidos, Europa, Ásia, África e América Latina para o evento, que discutirá “O papel da globosfera na construção da democracia”.

Entre os convidados internacionais estão o francês Ignácio Ramonet (criador do jornal Le Monde Diplomatique), o espanhol Manuel Castells (autor de diversos livros sobre a cultural digital), a norte-americana Amy Goodmann (responsável pela rede “Democracy Now”), e o espanhol Pascual Serrano (blogueiro e fundador do sítio Rebelion), entre outros.

Sobre o papel da “Globosfera no Brasil” deverão dividir mesa de debate: Paulo Henrique Amorim (Conversa Afiada), Luís Nassif (Blog do Nassif), Hildegard Angel e Esmael Morais.

Nesta semana, o blog oficial do 1º Encontro Internacional de Blogueiros informará dicas de hospedagens em Foz do Iguaçu.

Faça AQUI sua inscrição.

Read Full Post »

Mais uma vez o Consumidor Seguro vai em busca de temas atuais que, em maior ou menor grau, atinge a todos cidadãos brasileiros e universais.
Só por isso – e não é pouco – a gente traz a entrevista com a empresária americana Lisa Gansky. Ela fala para Revista Época que o futuro dos negócios passa pelo aluguel de produtos e serviços.

Portanto, é hora de compartilhar:

A empresária americana Lisa Gansky tem um teoria ousada.

Fundadora de algumas empresas da internet, defende que o futuro dos negócios é o compartilhamento de produtos e serviços.

Segundo sua tese, as pessoas não vão mais possuir coisas. Elas vão apenas ter acesso a elas.

Para que comprar um carro, gastar com seguro e manutenção se você pode alugar o do vizinho? Para que investir em roupas caras para o seu bebê (que espicha rápido) se você pode trocar peças com mamães de filhos já grandinhos?

Lisa aposta que, com a ajuda das mídias sociais e da tecnologia, pessoas, serviços e empresas irão se encontrar com mais facilidade para trocar ou compartilhar.

A ideia está no livro “Mesh: porque o futuro dos negócios é compartilhar”, recém lançado no Brasil.


ÉPOCA – A senhora defende que o futuro dos negócios é compartilhar. O que significa exatamente?
Lisa Gansky – Os negócios tradicionais seguem uma fórmula simples: criar um produto para vendê-lo e ganhar dinheiro. Nos últimos anos, surgiu um modelo fundamentalmente diferente, segundo o qual o consumidor tem mais opções, mais ferramentas, mais poder. As empresas mesh, como costumo chamar este novo conceito, usam as mídias sociais e as redes sem fio para disponibilizar bens e serviços às pessoas. Sem que elas tenham o custo e o trabalho de possuí-los totalmente. Há aí uma grande oportunidade de fazer dinheiro.

ÉPOCA – Isso já começou a acontecer?
Lisa – Não tenho dúvidas que sim. E me refiro ao compartilhamento de uma maneira geral. Estamos criando uma economia onde o acesso a bens, serviços e talentos vence a propriedade deles. Existem muitos exemplos hoje. Temos um site para concentrar as empresas Mesh. Há milhares delas. Só para citar algumas, temos a Netflix e Lovefilm (serviços de aluguel virtual de filmes e programas de TV), Pandora, Spotify e MOG (serviços de acesso à música pela internet), Amazon e Fedex. Já temos mais de 3.800 empresas em 30 categorias diferentes. Em setembro do ano passado, havia 1.200. É um crescimento rápido.

ÉPOCA – Quando essa tendência começou?
Lisa – Na década anterior, começaram a surgir empresas mesh de produtos digitais e serviços. Agora estamos vendo uma grande variedade de marcas e empresas que oferecem produtos físicos: carros, motos, casas, escritórios, ferramentas, serviços públicos. A internet e os dispositivos móveis habilitados para GPS facilitaram o acesso entre as pessoas que querem compartilhar. Em muitos casos, ter acesso a bens e serviços é mais barato e conveniente do que possuí-los.

ÉPOCA – A crise financeira nos Estados Unidos e na Europa facilitou o crescimento desses negócios?
Lisa – Por causa da recessão econômica, pessoas e empresas têm reconsiderado a relação entre o custo e o valor real das coisas. Por exemplo: nos Estados Unidos e na Europa, os carros são usados apenas 8% do tempo. Nos outros 92%, ficam parados. Isso é muito caro. O valor do tempo não utilizado é lixo. A estratégia mesh nos permite converter o desperdício em valor. Disponibilizamos o que não usamos para que outras pessoas possam aproveitar.

ÉPOCA – Dentro desta visão, o capitalismo passaria por uma transformação radical…
Lisa – Os modelos de negócios estão mesmo mudando. As empresas tradicionais, que vendem produtos, já estão experimentando a micro-locação como uma oportunidade de atrair novos clientes. A montadora alemã Daimler, por exemplo, lançou o car2go, um serviço de compartilhamento de carros. Parece contraditório, porque eles vendem automóveis. Qual seria o interesse de alguém que vende carros em alugá-los? A empresa está conseguindo alcançar outro tipo de cliente, que provavelmente não compraria seus veículos agora. Esse conceito também convida as empresas e entidades públicas a criar coisas melhores. Produtos mais flexíveis, duráveis, atualizáveis, em rede e recicláveis. As empresas que já testam essas ideias sairão na frente. E ganharão o agradecimento de novos tipos de clientes e parceiros.

ÉPOCA – Qual é o futuro do capitalismo?
Lisa – Eu sou uma empresária. Vejo oportunidades em todos os lugares. A diferença agora é que eu enxergo as oportunidades sob a ótica de um novo conceito, pelo compartilhamento. Para continuar, o capitalismo não pode mais ser sinônimo de contratos perpétuos e alienação de bens, sem considerar o custo verdadeiro dos resíduos.

ÉPOCA – Pelo conceito de compartilhamento, as pessoas não vão mais possuir coisas. Apenas ter acesso. Elas estão preparadas para mudar?
Lisa – Sim e não. Varia de acordo com a cultura, a cidade, a situação. Uma mesma comunidade pode compartilhar uma bicicleta ou uma ferramenta com o vizinho e, ao mesmo tempo, não aceitar um serviço de troca de roupas. Espero que isso mude com o tempo. Temos de entender que não precisamos abrir mão da casas de férias, do barco ou do carro. Com a variedade de serviços mesh, as pessoas podem ter exatamente o repouso ou o barco que querem. Onde e quando quiserem. Mas sem ter os aborrecimentos da propriedade.

ÉPOCA – A ideia de compartilhar reduziria o consumo e a fabricação de novos produtos. Isso estressaria menos o planeta? Pode ser parte da solução para as mudanças climáticas?
Lisa – Sim. Uma feliz consequência dos negócios em rede é que vamos usar mais o que já temos e gerar menos resíduos. É um impacto positivo enorme nas mudanças climáticas. Nossas cidades hoje já estão cheias de exemplos de partilha: edifícios de apartamentos, estradas, pontes, parques, estádios, sistemas de transporte, restaurantes. Nós dividimos todas essas coisas. Elas são projetadas para serem compartilhadas. A densidade nas cidades favorece os serviços de rede.

ÉPOCA – A economia brasileira está indo bem, as classes C e D estão escalando a pirâmide social. Pela primeira vez, essas pessoas podem comprar um computador, um carro… Você acha que o compartilhamento vai pegar por aqui?
Lisa – Na maioria dos casos, não espero que as pessoas mudem seus sonhos e o modo de vida. Elas só vão optar por serviços mesh quando eles forem convenientes. Se derem acesso a coisas que antes essas pessoas não teriam. Esses negócios têm de aumentar nossa felicidade, reduzir nosso estresse. Se não fizer isto, não são sustentáveis!

Read Full Post »

Ela está com câncer terminal, tem apenas 15 anos e criou um blog que atraiu mais de 250 mil visitantes, em menos de uma semana. Desenganada pelos médicos, depois de sucessivas terapias fracassadas, a britânica Alice Pyne sabe, no entanto, que já conseguiu arrecadar mais de 10 mil libras (cerca de R$ 26 mil) em doações para uma organização beneficente de pesquisas sobre o câncer.

 A repercussão de sua história também fez o primeiro-ministro David Cameron prometer que se tornará doador de medula. A decisão atende justamente a um dos desejos da “Lista de Alice”: que todo mundo se inscreva para o mesmo propósito.

E quais são os outros sonhos da adolescente, durante o tempo de vida que lhe resta?

Entre o trivial e o (aparentemente) impossível, Alice tem vontade de ver baleias e nadar com tubarões, conhecer o Quênia, ganhar uma massagem nas costas, fotografar e inscrever sua cadela Mabel para cães labradores, realizar uma sessão de fotos com amigas e com elas assistir uma sessão privada de cinema.

Não achou curioso? Que tal desenhar uma caneca com vendas para caridade, ter um iPad roxo, viajar num trailer e ficar em um quarto de chocolate no parque de diversões Alton Towers?

O mais formidável é que o poder da internet e das mídias sociais já estão transformando fábula em realidade.  Embora saiba que não tem condições de viajar ao Quênia, devido à sua saúde debilitada, a garota já conquistou a alegria de conhecer a banda Take That, como consta de sua já famosa lista.

O sucesso do blog transformou o drama de Alice em uma jornada de compaixão e solidariedade. A missão dela será, daqui em diante, realizar seus sonhos – com o apoio de milhares de incentivadores e colaboradores dispostos a ajudá-la – e mostrar para todo o mundo que o importante é acreditar na vida, sempre!

Read Full Post »

%d blogueiros gostam disto: