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Posts Tagged ‘Porto Seguro’

Com preços de smartphones ultrapassando a casa dos mil, dois mil e até três mil reais, os seguros para celular têm ganhado cada vez mais adeptos. Na Tim, a procura por esse tipo de produto cresceu mais de 500% no primeiro trimestre de 2013. Mas, ainda pesam na decisão do consumidor o preço do seguro, que chega a 54% do valor do aparelho (um seguro de carro considerado caríssimo não passa de 10%) e a falta de contrapartidas interessantes, já que a cobertura não inclui, por exemplo, furtos simples, nem reparação, em muitos casos.

Vale a pena contratar?

Assim como no caso de automóveis, pode fazer sentido contratar o seguro para smartphones pela alta incidência de roubos e furtos que ocorrem no país. Uma pesquisa realizada pela F-Secure, companhia de softwares de segurança finlandesa, com 6.400 usuários de banda larga em 14 países, mostrou que 25% dos brasileiros afirmaram que já tiveram seus celulares roubados ou perdidos, contra uma média mundial de 11%.

Mas, cabe ao consumidor avaliar se ele está disposto a pagar entre 8% a 54% (veja os custos no final da matéria) do valor do aparelho pelo seguro e se ele costuma expor seu celular ao risco ou não.

“O seguro para celular é um produto que faz sentido, mas infelizmente, como há muitas fraudes praticadas pelos segurados, o prêmio é elevado, os pacotes são enxutos e em alguns casos o segurado não recebe o mesmo aparelho depois do sinistro”, explica João Cardoso, cofundador da corretora se seguros online TaClaro.

Diante dos altos preços, ele acredita que o seguro pode não ser vantajoso para alguém que não se expõe muito a riscos. “Como o prêmio é muito elevado, só compensa de fato se a pessoa correr um risco muito elevado, já que com o mesmo prêmio é possível fazer um seguro de residência”, diz.

O seguro contra roubo e furto para um iPhone 5 (vendido pela Vivo por 1.649 reais), sai por 318 reais na Porto Seguro. E um seguro de residência com coberturas de incêndio, danos, roubo, vendaval e granizo e vidros quebrados da Zurich Seguros sai por 300 reais (simulação feita na TaClaro).

Por isso, antes de contratar um seguro, é preciso ler o seu contrato com cuidado para entender que tipo de cobertura ele oferece, qual é a indenização e se há cobrança de franquia.

Além disso, os preços praticados mostram que dependendo do valor do celular e da seguradora, o seguro pode sair mais ou menos caro em termos proporcionais. Na Tim, por exemplo, para um celular de 200 reais o seguro custa 54% do aparelho, enquanto para um celular de 2.500 reais o seguro pode ser mais vantajoso, pois equivale a 8% do valor do celular.

Leia a seguir algumas das principais características dos seguros para celulares e avalie se eles podem ser vantajosos para você.

Quem vende?

Atualmente, os seguros para celular são comercializados principalmente pelas seguintes empresas: Vivo (por meio da seguradora Zurich) e Tim (por meio da seguradora Assurant Solutions), que vendem o seguro junto com a compra do celular nos próprios pontos de vendas das operadoras ou em seus sites; Porto Seguro, que vende o seguro diretamente no site; ou pela Mapfre, que vende o produto em redes varejistas, como Casas Bahia e Fast Shop.

Cobertura

As coberturas do seguro de roubo e furto oferecidas são muito semelhantes entre uma empresa e outra. Nos planos básicos, a cobertura inclui indenização apenas em caso de roubo ou furto qualificado, quando o bem é furtado após destruição ou rompimento de um obstáculo. No caso de furto simples, quando a subtração ocorre sem vestígios, como no furto de um celular dentro de uma bolsa, o segurado não recebe indenização.

Algumas seguradoras também oferecem a contratação de coberturas adicionais para danos físicos e elétricos por um preço mais elevado.

Sinistro

O sinistro deve ser sempre comprovado por meio da apresentação de um boletim de ocorrência. Nikolaos Tetradis, superintendente de seguros especiais do Grupo BB e Mapfre, explica que, além de solicitar o boletim, a seguradora pode fazer uma auditoria para comprovar o sinistro. “Essa investigação acontece aleatoriamente, como em qualquer outro tipo de seguro. A seguradora pode ligar para o segurado, por exemplo, ou investigar de outras maneiras se o furto foi qualificado mesmo”, diz.

É importante observar no contrato quais outros documentos podem ser exigidos em caso de sinistro. A Vivo, por exemplo, pede além do boletim de ocorrência uma carta escrita pelo segurado sobre o roubo e a nota fiscal da compra do aparelho.

Indenização e Franquia

O pagamento da indenização pode ser feito em dinheiro, ou por meio da reposição de outro aparelho, similar ou igual, o que vai depender do contrato. Se o pagamento for feito em dinheiro, as seguradoras costumam pagar o valor do celular, que consta na nota fiscal do aparelho, menos a franquia e a depreciação no período.

A franquia – parte do prejuízo que fica sob a responsabilidade do segurado – da Tim e da Vivo equivale a 25% do valor do aparelho, na Porto Seguro equivale a 10% e na Mapfre a 15%. E no seguro da Mapfre, por exemplo, no primeiro ano do celular não é feito nenhum desconto a título de depreciação. Mas a partir do segundo ano, é descontado da indenização 15% do valor do celular e no terceiro ano 30%.

Por isso, além de avaliar o preço do seguro, é recomendável checar o tipo de indenização, se há previsão de pagamento de franquia e se há descontos pela depreciação do aparelho, para evitar sustos ao receber um celular diferente do seu ou um valor muito menor do que o esperado.

Valores

TIM 

Os preços praticados pela Tim são tabelados e variam de acordo com o valor do aparelho, conforme a tabela abaixo:  

tim

VIVO 

Os preços praticados pela Vivo são tabelados e variam de acordo com o valor do aparelho, conforme a tabela abaixo:

vivo

PORTO SEGURO

A seguradora não disponibiliza tabela com preços fixos, mas é possível fazer simulações no site. Veja na tabela a seguir algumas simulações feitas por Exame.com:

portoseg 

MAPFRE 

Como a Mapfre não comercializa o seguro de forma direta, mas por meio de redes varejistas, o preço pode variar. Mas, segundo o superintendente de seguros especiais da Mapfre, os prêmios dos seguros contra roubos e furtos giram em torno de 13% a 18% do valor do bem. “O preço varia de acordo com o canal de venda, porque cada varejista pode determinar uma margem na venda do produto. E os preços também mudam de acordo com o tipo de cobertura, com valor do aparelho, e com o risco: um seguro de iPhone pode ser mais caro porque ele é mais visado, já que é um celular vendido mais facilmente no mercado negro”, explica Nikolaos Tetradis.

Além dos seguros contra roubo e furto, também é possível contratar uma assistência, serviço que ainda é pouco difundido no mercado. A principal empresa de assistência para celular hoje é a Pitzi. Com mensalidades que variam entre 5 e 30 reais (para um iPhone 5 o custo é de 25 reais), a empresa conserta qualquer tipo de falha eletrônica ou mecânica que aconteça durante uso normal ou por causa de um acidente.

E caso o dano seja causado por acidente, é cobrada uma taxa adicional de 75 reais pela reparação. A reparação é feita com os fabricantes dos aparelhos diretamente, ou em assistências autorizadas. “Quando acontece qualquer problema, o cliente envia o celular para a Pitzi por sedex, nós pagamos o frete de ida e volta e nossos ‘gurus de celulares’ consertam o celular e o devolvem rapidamente. Em São Paulo, prometemos o celular de volta em 5 dias úteis”, afirma Daniel Hatkoff, sócio-diretor da Pitzi.

Fonte: EXAME.com

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Conforme matéria do InfoMoney, “o consumidor não deve ser prejudicado com a união dos serviços de seguros residenciais e de automóveis dos grupos Itaú e Porto Seguro, aprovada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) na última quarta-feira (31/08)“.

De acordo com a especialista em defesa do consumidor da Fundação Procon-SP, Renata Reis, as empresas devem deixar claro qual delas o consumidor deve procurar, em caso de necessidade.

Além disso, explica, por força da associação, o consumidor não deve sofrer qualquer alteração no que havia sido contratado.

“O importante é que haja melhoria e não impacto negativo ao consumidor”, diz Renata.

A unificação dos serviços de seguros residenciais e automóveis dos grupos Itaú Unibanco e Porto Seguro foi aprovada por unanimidade pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Diante da união, Renata sugere que o consumidor que já tem contrato firmado com uma das duas seguradoras procure a empresa e verifique se há alteração no contrato. Em caso afirmativo, se a mudança não for positiva, a pessoa deve procurar conversar com a seguradora e, se não resolver o problema, procurar um órgão de defesa do consumidor.

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Na semana passada, diversos jornais, revistas e sites publicaram a notícia de que o mercado de seguros de pessoas cresceu 14,9% em 2010.

A Folha de S. Paulo, por exemplo, esclareceu ainda que o segmento engloba seguros de vida, prestamistas e educacionais e movimentou R$ 15,7 milhões em prêmios (total dos valores pagos pelos seguros).

Os números foram apurados pela Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada, Vida e Capitalização). Detalhe muito importante para quem não está habituado com a estrutura de entidades do mercado de seguros e muito menos com essas siglas: os dados da Fenaprevi não incluem os resultados do seguro saúde, que é controlado pela ANS (Agência Nacional de Saúde).

“No detalhamento do estudo, o seguro de vida atingiu R$7,8 bilhões em prêmios no ano passado, marcando alta de 8,5%. Por sua vez, o seguro de vida individual cresceu 36,9%, para R$1,1 bilhão”.

Olha que aspecto interessante: o crescimento do seguro de vida em grupo equivale, mais ou menos, à expansão do PIB. Já o seguro de vida individual teve um resultado realmente explosivo. Entretanto, representa sete vezes menos em valores arrecadados.

A primeira conclusão, até óbvia, é que o seguro de vida está bem disseminado entre as empresas, como benefício para os funcionários. Já as pessoas que têm seguro de vida por decisão própria, ou individual, ainda é muito inferior, apesar dos esforços em lançar produtos de baixo tíquete (hoje existe seguro de vida que custa menos de R$5 por mês).

A segunda conclusão é que o seguro de vida tem muito espaço para crescer – embora seja um grande desafio fazer a população comprar seguro, ainda mais de vida, que só é um produto interessante quando a pessoa tem renda sobrando e está preocupada com o futuro.

Podemos ir além: na visão do Consumidor Seguro, o seguro de vida só é um produto atraente quando a pessoa tem confiança absoluta na atuação das seguradoras e que a indenização será paga, mesmo que seja daqui a 30 anos ou mais, por exemplo.

É aí que está o nó do seguro de vida individual: embora as classes C e D estejam financeiramente mais equilibradas para adquirir o produto, é justamente essa parcela da população – para quem até hoje seguro se resumo ao de automóvel – que precisa se convencer da importância do produto.

Não é tarefa fácil. Mas as seguradoras têm encarado o desafio, ainda mais que, quem ganhar esse jogo, pode virar referência no segmento e lucrar centenas de milhões de reais por ano.

É por isso que diversas companhias estão empenhadas em lançar novidades como sistemas de cotação diferenciados, além de emissão digital das apólices, entre outras facilidades e ferramentas cada vez mais disponíveis ao consumidor, fora todo o investimento em treinamento e capacitação.

Entretanto, acreditamos que as seguradoras independentes (ou seja, aquelas que não podem contar o balcão bancário) estão diante de uma missão quase impossível.

Tanto que, de acordo com o ranking da Fenaprevi, a Bradesco lidera com 17,2% em 2010. Na sequencia, temos Itaú (15%), Aliança do Brasil (10%), Santander (8,9%), HSBC (4,45%) e MetLife (4,04%).

Apenas Mapfre e MetLife não estão ligadas a bancos. Ainda, vamos deixar bem claro. A Mapfre já anunciou parceria com o Banco do Brasil e a Zurich (que não tinha entrada na história até o momento) está se unindo com o Santander.

Pronto, chegamos ao momento crucial: nem importa mais se estamos falando do seguro de vida, mas há sem dúvida um movimento de concentração do mercado nas mãos dos bancos, lembrando que até a Porto Seguro tem à sua disposição a rede do Itáu para parte de seus produtos (automóvel e residencial).

Para o Consumidor Seguro, as perguntas que ficam são as seguintes: daqui a uns cinco anos, como estará esse desenho? A concentração que já existe hoje é uma ameaça à atuação dos corretores? Que porcentagem da distribuição continuará, daqui a cinco anos, nas mãos dos corretores de seguros? E como está no Congresso a regulamentação da figura do agente de seguros, que seria funcionário das seguradoras?

 

Alguém tem algo a comentar?

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No dia 2 de novembro do ano passado, o blog Consumidor Seguro publicou o post “Nossos seguidores pensam como a gente”, trazendo o balanço de duas semanas de atividade e da repercussão no Twitter (vamos confessar que a gente acha essa ferramenta o máximo e acreditamos que vai ser tornar até mais presente no dia-a-dia das pessoas que o celebrado Facebook – e muito antes do que todo mundo espera… mas isso é outra história que um dia retomamos).

Naquele dia, o blog celebrou, além da divulgação da quantidade (44), mas sobretudo a qualidade dos seus seguidores no Twitter: além da prestigiada Revista Época, três companhias de seguro de grande peso – Porto Seguro, BB Seguros e Caixa Seguros – o movimento Trânsito Mais Gentil (também da Porto Seguro), bem como entidades e ONGs, etc.

O post abordava ainda que a repercussão do blog, em tão pouco tempo, confirmava que a missão do Consumidor Seguro começava a ser realmente assimilada e disseminada.

Quase dois meses depois, podemos reafirmar que, do nosso ponto de vista, claro, nossos seguidores pensam com a gente, fazendo o balanço idêntico, focado não só na quantidade, mas na qualidade dos nossos “followers”.

Além de continuar com as mesmas prestigiadas publicações e seguradoras, temos também a renomada Escola Nacional de Seguros, o site Administradores (principal site brasileiro voltado à administração de empresas), o blog Saga do Consumidor (que narra casos de desrespeito ao consumidor), o site Investbureau (um dos mais conceituados veículos de economia do país)…e, bem, a lista vai embora!

Estamos usando a ordem cronológica, ou seja, alguns dos destaques que foram surgindo nesse percurso, pela sequencia temporal. Em seguida, tivemos, por exemplo, o Classificados Porto (da Porto Seguro), e o Programa Seguro, apresentado pela TV Gazeta, além de uma diversas agências de propaganda.

Foi então a vez da seguradora Coface se juntar aos seguidores do Consumidor Seguro, sem falar numa confraria do grande peso entre corretores, advogados, jornalistas, especialistas em redes sociais e tecnologia da informação, entre outros

Para nossa digna surpresa, o Jornal do Brasil Online se tornou também nosso seguidor. E, logo em seguida, o jornal O Dia, ambos do Rio de Janeiro. Era sinal de que o blog se expandia geograficamente para regiões de importância estratégia na operação das seguradoras e até da economia brasileira.

E tem bastante mais. Hoje, há um total de 136!!! Que a gente consiga manter essa curva ascendente porque estamos cada vez mais convencidos da importância social e humana da nossa atuação.

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