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Posts Tagged ‘redes sociais’

O Facebook avança, ganha novos recursos e ferramentas e continua surpreendendo – para o bem e para o mal. A notícia de que uma falha do sistema permitia acesso a fotos com status de privadas pegou de assalto, na semana passada, quem ainda pensa que a rede social de Mark Zuckerberg é um simples mecanismo para compartilhar nossas experiências e identidade.

A metáfora do Grande Irmão, de George Orwell, já virou um chavão, mas é impossível negá-la. Nessa história, quem está seguro, no sentido de ter a certeza de que pode manter um mínimo de privacidade? Ninguém, pelo que sugere a notícia abaixo, transcrita do site amigo Olhar Digital, como segue (com a ressalva de que o Facebook já anunciou a correção do problema):

“Privacidade zero: truque permitia ver fotos bloqueadas no Facebook

Se tem algo que qualquer rede social busca hoje em dia, e que se tornou fator decisivo na hora de conquistar mais usuários, é a privacidade.

O Facebook, desde sua estreia na internet, enfrentou vários problemas envolvendo configurações do que era público ou não, quais mudanças poderiam ser feitas sem o consentimento do usuário e até o vazamento de dados em alguns aplicativos.

E nesta semana, mais uma falha vai fazer parte dessa lista de contratempos. Um usuário, membro do fórum Bodybuilding.com, descobriu uma maneira de driblar as configurações de privacidade dos internautas para conseguir visualizar fotos bloqueadas.

O bug funciona da seguinte maneira: ao denunciar um membro do Facebook, uma das opções de denúncia é a de “foto inapropriada”. Após selecionar essa opção, uma outra lista vai aparecer, solicitando detalhes da imagem. Ao escolher qualquer item e denunciar o usuário, a rede social mostrará a opção de marcar qual fotografia especificamente é inapropriada, como pode ser visto na imagem abaixo.

Selecionando essa opção, as fotos marcadas como privadas pelo usuário que está sendo denunciado eram exibidas para que pudessem ser anexadas na denúncia. De acordo com informações do site ZDNet, até as imagens do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, foram capazes de ser acessadas.

Ao que parece, o truque já foi corrigido e não deve funcionar mais. O Facebook não comentou sobre o assunto.”

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O Consumidor Seguro não poderia deixar de registrar a pesquisa do site Consumidor Moderno. No levantamento, a Caixa Seguros conquistou a liderança e levou o título de seguradora que mais respeita o consumidor.

Compartilhamos então o texto publicado no blog do Grupo Caixa Seguros, como segue:

“A CAIXA SEGUROS acaba de ser eleita a seguradora que mais respeita seus clientes no Brasil. O prêmio, concedido pela revista Consumidor Moderno, refere-se à categoria seguros de automóveis e residenciais e é considerado o principal estudo do mercado brasileiro a avaliar o conceito de respeito, a partir de entrevistas diretas com os consumidores das marcas no ano de 2011.

Para chegar ao resultado, o instituto de pesquisa contratado para realizar o estudo entrevistou cerca de 1.400 brasileiros. Cada um deles respondeu diversas perguntas sobre empresas de diferentes segmentos. Os principais atributos avaliados foram, pela ordem de importância: o atendimento, a qualidade dos produtos, o relacionamento, a imagem, os preços e formas de pagamento, o respeito ao Código de Defesa do Consumidor e a qualificação do atendente como vendedor.

Motivo de orgulho

“O prêmio é resultado do cuidado de toda a equipe do Grupo CAIXA SEGUROS com os nossos segurados”, afirma o superintendente de relacionamento com o cliente da seguradora, Antônio Campoi. “Aqui, o cliente vem em primeiro lugar. Trabalhamos para dar a ele o melhor atendimento possível”.

Na avaliação do executivo, um dos fatores determinantes à conquista do prêmio são as constantes pesquisas de satisfação realizadas com os clientes. A parceria da central de relacionamento com as áreas que vendem e operam os produtos também é fundamental.

Para ficar ainda mais próximo da família brasileira, o Grupo CAIXA SEGUROS dedica atenção especial ao relacionamento com os clientes. A empresa tem investido em média R$8 milhões/ano em canais de relacionamento 2.0, como as redes sociais, com o objetivo de oferecer ainda mais simplicidade e rapidez para o consumidor.

A busca pela satisfação do cliente envolve a empresa inteira. A política de relacionamento com fornecedores, por exemplo, também se reflete em qualidade para o consumidor. Desde 2008, todos os contratos do Grupo apresentam cláusulas que permitem rescindir parcerias com fornecedores, caso eles pratiquem crimes ambientais, lavagem de dinheiro, utilizem mão-de-obra infantil ou tenha, outros contrários aos direitos humanos e à sociedade. Além disso, a CAIXA SEGUROS disponibiliza à população um canal para denúncias anônimas. “O consumidor moderno não deseja apenas ser bem atendido. Deseja também ter um consumo responsável e proveniente de fontes sustentáveis”, afirmou Campoi.

Rede de Relacionamento da CAIXA SEGUROS com o consumidor

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O Consumidor Seguro não pode deixar de soar o alerta – até porque o artigo de Mike Elgan é um dos mais provocantes do ano.

Pra ir direto ao assunto, eis a íntegra, publicada pelo IDGNow, a partir de matéria do Computerwold:

O Twitter vai se tornar uma festa vazia

O Twitter estreou há cinco anos atrás, e pelo número de contas, é um dos maiores histórias de sucesso da Era das redes sociais.

A empresa se vangloria de 200 milhões de usuários e 350 milhões de tweets por dia, e essa é uma referência onipresente em todas as principais emissoras de TV. Hoje é uma colméia frenética de atividade. Milhões de pessoas confiam no serviço para notícias, comentários, atualizações de blogs e interação social. O Twitter está próximo de fechar um financiamento de US$ 800 milhões, o que eleva o valor da companhia para cerca de US$ 8 bilhões.

De repente, no entanto, o serviço se tornou obsoleto com o novo serviço Google+, e também pela falha da empresa em capitalizar nos cincos anos de oportunidades que teve e tornar-se indispensável.

É apenas uma questão de tempo até que o microblog se torne um fantasma. Aqui está o porquê:

O Google lançou sua nova rede social três semanas atrás. O site é uma tempestade social que vai afundar o Twitter.

O Google+ tem o mesmo esquema de “seguir” do microblog, em vez do “adicionar amigos” do Facebook. Isso quer dizer que você pode seguir qualquer um sem pedir permissão. A home da rede social da Google tem o mesmo estilo do Twitter, que apresenta as postagens das pessoas que você segue em tempo real.

Seguir assimetricamente e receber feeds instantâneos são dois dos quatro núcleos do Twitter. O terceiro é a brevidade. O Twitter restringe as mensagens aos famosos 140 caracteres. E o quarto é um aplicativo que permite que companhias vejam a home de outras e façam coisas interessantes com as informações.

Mas é apenas uma questão de tempo antes que o Google+ tenha os quatro atributos do Twitter.

Muitos usuários do microblog gostam da limitação dos caracteres, ou melhor, do fato de que os mais falantes são obrigados a ser concisos. O resultado é sucinto, apesar de muitos usuários postarem links para blogues e artigos.

O aplicativo do Google que está a caminho vai permitir que companhias terceirizadas apresentem a rede social em formato “cascata”, parecido com o Twitter, com links e postagens completas. Todos que gostam da brevidade dos posts do microblog também pode visualizar mensagens curtas no Google+. Mesmo sem esses aplicativos, as pessoas já podem fazer isso. Guy Kawaski, bloguer, investidor e empresário do Vale do Silício, por exemplo, já construiu uma página chamada “Pluserati”, que apresenta versões curtas das cinco postagens mais recentes de grandes usuários na rede social da Google. Ao passar o mouse sobre a versão curta, visualiza a completa. Clicando na postagem, vê a mensagem original.

Enquanto o Google+ em breve fará tudo o que o microblog faz, o Twitter não tem suporte para uma longa lista de coisas que a concorrente tem. Conversas, por exemplo. Cada post do Google+ permite que os usuários podem ter uma detalhada e satisfatória conversa sobre a mensagem. No Twitter, comentários são estranhos, porque quando comentamos, nossas palavras não são vistas pelos seguidores de quem publicou a mensagem original, mas o comentário é visto pelos seus seguidores, que não viram a mensagem do seu interlocutor. Você vê muitas respostas a tweets que não leu. Para um serviço social, o Twitter é bastante antissocial.

No Google mais você também pode postar fotos e vídeos diretamente nas atualizações, fazer videochamadas, enviar publicações para não membros e até mesmo apresentar sua página como um blogue disponível a todos que têm acesso à internet.

Por exemplo, de 175 milhões de contas registradas, apenas 119 milhões estavam realmente seguindo alguém em abril. Se você segue ninguém no Twitter, não visualiza nenhuma postagem, além das suas próprias. Apenas 85 milhões de contas tinham um ou mais seguidores. Se ninguém te seguir, não se comunica com ninguém. Você não é realmente um “usuário” se não usa o serviço.

O Twitter define como “usuário ativo” quem segue 30 perfis e tem ao menos 10 seguidores. Uma fonte com acesso ao aplicativo do Twitter que foi citada pela Business Insider em abril disse que havia apenas 21 milhões de contas no microblog que atendiam a esse critério.

O Google+ provavelmente tem mais de 21 milhões de inscritos hoje, embora o número de “usuários ativos” não tenha sido publicado. Em outras palavras, o número de usuários que aderiram ao recente Google+ é igual à quantidade de usuários ativos que o Twitter conseguiu em cinco anos.

O microblog é extraordinariamente vulnerável, especialmente porque os usuários do Google+ são do mesmo tipo que pessoas que querem usar o serviço: especialistas, empresários, bloguers e pessoas envolvidas na política. Além disso, a nova rede social vai apelar com todos os tipos de internautas frustrados com o Twitter: jovens, refugiados do Facebook e massas de pessoas que não querem aprender os códigos e gírias únicas do microblog.

Eu acredito que a maioria das contas mais ativas no Twitter também estarão no Google+ poucos meses depois de a gigante das buscas tornar o site público. Mas a maioria dos usuários da nova rede social não estarão no microblog.

Também prevejo que um crescente número de links no Twitter vai direcionar os seguidores a posts no Google+, onde uma conversa pode acontecer.

O Twitter vai se tornar uma festa vazia, um lugar onde a maior parte das mensagens serão publicadas automaticamente a partir de serviços em que as pessoas estão realmente ativas, e onde muitos links levarão os usuários a outras redes sociais para poderem conversar.

As celebridades irão preferir o G+ por causa das fotos, vídeos e compartilhamento viral que vai dar mais controle sobre suas imagens e porque isso proporciona acesso a uma maior audiência em potencial para as publicações.

Especialistas irão gostar do G+ por ser melhor para crowdsourcing e retorno.

Os bloguers vão preferir o G+ por ser uma plataforma com menos fricção, com a maioria dos atributos sociais do Tumblr. Diversos bloguers proeminentes já abandoaram os blogues e usam apenas o Google+. No future, muitos irão usar a plataforma da rede social ou irão atualizar o G+ fora do serviço em blogues personalizados.

Hoje o Twitter ainda tem muitos fãs e defensores, mesmo no Google+. O microblog é atualmente um megafone melhor que o novo concorrente, é melhor para falar com um grande público sem tê-los engajados. É muito melhor hoje para notícias rápidas porque todas as novas fontes estabeleceram feeds para o Twitter. É mais fácil para mensagens curtas, diferentemente do Google+, que é prolixo e demorado. E o Twitter permite ser anônimo, o que é melhor para pessoas que querem criticar governos repressivos.

Mas isso é hoje. Amanhã, a maioria ou todas essas vantagens serão apagadas pelas melhorias no G+, como a criação de complementos e aplicativos e a participação de empresas, publicações e muito mais gente.

Não vejo como o Twitter pode se defender. Quando você soma o que o G+ faz hoje e o que ele pode fazer amanhã, é claro que o Twitter está perfeitamente obsoleto”.

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O site Empreendedor Online publicou o texto “Seguros online são uma opção para o empreendedor digital”, que fala sobre a tendência de venda de seguros pela Internet. Em homenagem ao tema, que freqüenta nossos tweets há algum tempo, estamos inaugurando a seção “Empreendedorismo”.

Como essa é uma discussão que vai longe, não achamos que é o momento de fazer nenhum julgamento, nem marcar nenhuma posição, porque muitos de nossos leitores são também corretores, principalmente se levamos em consideração nossos amigos no Facebook.

De qualquer modo, republicaremos integralmente a matéria, que é sem dúvida um excelente parâmetro para conhecer o que pensam os gurus do empreendedorismo sobre vendas de apólices online. A pergunta que não quer (e não pode) calar é sobre a disposição e segurança dos consumidores para comprarem seguros pela Internet. Quem quiser deixar sua opinião, pode usar a área de comentários deste post.

Seguros online são uma boa opção para o empreendedor digital

O que seguro tem a ver com empreendedorismo? Tudo. Montar um negócio traz riscos e é nessa hora que fazer um bom seguro pode preservar o seu investimento. Não estamos falando de buscar um seguro barato e achar que os problemas estão resolvidos, estamos falando de um seguro online que garanta a continuidade do seu negócio. Mas que tipo de seguro é esse? Simples um negócio que tenha no ramo de seguros on line o seu foco.

Se você está procurando uma boa oportunidade de ganhar dinheiro na Internet, certamente o segmento de venda de seguros on-line é um campo a ser avaliado. O segmento vem apresentando um crescimento significativo nos últimos anos e promete se manter nesse ritmo ainda por um bom tempo a medida que as pessoas usam cada vez mais a Internet para procurar um seguro barato para garantir seu patrimônio. É ai que entra a figura do empreendedor do setor de seguros em cena. Porque não levar a sua seguradora ou serviço de corretagem de seguros para o mundo virtual?

Seguros online são tendência

A Internet garante uma espaço especial para a divulgação de bens e serviços e com o ramo de seguros não é diferente. Cada vez mais vemos a presença de seguradoras na Web, mas percebemos também que existem inúmeros nichos de mercado mal explorados por essas empresas administradoras e corretoras de seguros. Seja qual for o segmento, seguros auto, seguros para motos, seguro saúde viagem, seguro viagem internacional ou outro plano, a web está repleta de oportunidades para empresas seguradoras e corretores de seguros.

O empreendedorismo online passa justamente por esse tipo de análise. Não porque uma determina empresa ou segmento de negócio já atua na Internet que significa que este segmento está sendo bem aproveitado no mundo online. Muito pelo contrário, muitas empresas colocam seus sites sem a menor preocupação com questões fundamentais como, por exemplo, o marketing digital e atuação nas redes sociais. E acreditem, a maioria das empresas de seguros se enquadra nesse cenário apresentado, com raras exceções.

Implantando um site de seguros online

A tecnologia para a criação de um site de seguros on-line não é tão complicada como pode parecer. Tudo depende do serviço que você vai oferecer. Você pode colocar um simulador seguro onde o cliente pode fazer simulações sobre quanto irá pagar por um determinado seguro ou então disponibilizar simplesmente um formulário para o envio de informações referentes ao tipo de seguro a ser cotado.”

Em alguns segmentos como seguros auto e seguros para motos o processo de cotação online é bem fácil uma vez que os parâmetros podem ser definidos dentro de uma rotina rodando no próprio site. Em outros casos como os de seguro saúde viagem e seguro viagem internacional a rotina exige um pouco mais de sofisticação por exigir uma melhor avaliação dos dados e consultas a tabelas específicas.

A criação de um site de seguros online é apenas uma das várias opções de negócios online. Estaremos publicando outras matérias com sugestões de negócios na Internet.

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